segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Paciência, tempo e cuidado!



Olá, queridas(os)!

Como vocês estão?

Faz tempo que não passo por aqui. Não é mesmo? Mas esse tempo é necessário.

Bom, desde que iniciei esse blog, travei algumas “batalhas” defendendo minha opinião sobre alguns assuntos. Um deles é que sempre defendi que se separar ou não se separar do adicto não é o ponto central, mas que o foco deve ser a sua felicidade, o seu amor próprio, o seu cuidado consigo mesma, o seu fortalecimento emocional...

Faz 3 meses e meio que me separei, e pelo que tenho vivido, minha ideia se reforçou ainda mais...

Explico.

Você acha que, por estar longe do adicto nesses mais de cem dias, minha vida está perfeita e eu estou radiante de felicidade? Não... AINDA não...

Eu ainda busco saber notícias sobre o estado de saúde do meu ex (se está na ativa ou não), e quando sei que ele está mal, eu fico muito mal. Por quê? Pela culpa que sinto. Apesar de saber que, quando o conheci, ele já estava muito adoecido pelas drogas, me sinto culpada... Apesar dos 12 anos de dedicação extrema, me sinto culpada... Apesar de saber que não é mais possível, me sinto culpada...

Na semana passada, bati o carro no portão de casa, e agora preciso empurrar o portão de ferro pesadíssimo para abrir, machucando a minha mão todos os dias... Na rua bati o carro com tanta força na guia que arrebentei dois pneus e a suspensão... Não dormi bem... A solidão doeu... A culpa atormentou... O medo assombrou... Foi uma semana bem difícil!

Por vezes minha sensação era a de quem está desesperadamente nadando num mar agitado tentando voltar para a praia, e que já está avistando a areia, mas que está tão cansada que pensa que não vai chegar...

Mas eu vou chegar!! Eu não desisto!!

Como sempre disse para vocês, o primeiro passo é cuidar de nós, nos sentirmos inteiras!

Eu morro de medo de um novo relacionamento porque sei o quanto ainda estou adoecida... Sei que ainda não me amo o suficiente e por isso posso entrar em relacionamentos que me machucariam ainda mais...

Agora é tempo de cuidar de mim e somente eu mesma posso fazer isso... E é o que estou tentando fazer...




Alguns dias me sinto bem, disposta, forte... Em outros, cansada...

As sequelas de um relacionamento abusivo continuam conosco por um bom tempo... Ninguém sara do dia pra noite...

Quando cheguei nessa casa em que estou morando, em agosto, uma das coisas que mais me encantou foi uma parreira... Ela estava seca, maltratada... Alguns disseram que ela não brotaria...

Um pouquinho de cuidado, podei as folhas secas, reguei, conversei (sim, converso com ela)... e vocês tinham que ver o resultado! No sábado precisei ajeitar os ramos com folhas verdinhas que estão crescendo tanto que obstruíram a passagem... Ela está linda! E está cheia de uvas, apenas esperando amadurecer...

Cuidando da minha parreira!


No fundo, quando olho para essa parreira, vejo a mim mesma! Paciência, tempo e cuidado são capazes de curar a todos nós!

Hoje o livro CEFE me trouxe a seguinte frase: “A dor nutre a coragem. Você não pode ser corajoso se apenas coisas maravilhosas acontecem com você.”

Sinto-me orgulhosa da coragem que adquiri nas adversidades vividas... inclusive agora...

E quero relembrar uma das minhas frases preferidas: “Não é fácil encontrar a felicidade em nós mesmos, mas é impossível encontra-la em outro lugar.” (Agnes Repplier)

Com ou sem um adicto do lado. Sozinha ou acompanhada. Nada disso importa. O importante é como você e eu temos cuidado de nós mesmas. Pois, a partir do momento que estivermos fortes, não permitiremos que ninguém mais nos faça mal, e saberemos tomar decisões e conduzir nossa vidas...

Cientes de que podemos ser as(os) melhores em tudo, e amar mais do que tudo, mas ainda assim, não mudaremos ninguém ao nosso redor... O outro só muda se ele decidir assim... Então não soframos tanto... Vamos ao menos tentar?

Cuidem-se meninas(os)!

Grande beijo no coração de vocês!

Fiquem com Deus!

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Quando não é mais possível.



“Existe um abismo entre desistir e saber que não é mais possível. A desistência vem antes, é covarde e geralmente é seguida por uma trilha de arrependimento. Já saber que não é mais possível tentar é o limite das forças. Aliás, é quando se extrapola qualquer esperança. Entretanto, engana-se quem acha que não é preciso coragem para realizar tal feito. Muitas das vezes abre-se mão de uma vida por não conseguir continuar na estrada de sempre. E por mais que uma ponta de indecisão apareça, o arrependimento nunca chega perto de quem sabe que foi necessário mudar. Pior ou melhor são apenas julgamentos de valor que não dão a dimensão da real situação. Portanto, persista no que se quer e sonhe até o final, mas não tenha medo de dizer “eu tentei”. Ainda que os dedos lhe sejam apontados, ter a consciência tranqüila em relação a si mesmo é um prêmio. Desistir jamais, mas entenda que certas coisas, por mais que se deseje absurdamente, estão fora do nosso alcance.”
(Autor desconhecido)


Hoje é dia 24/09/2018, segunda-feira.

Passei um tempo sem vir aqui, porque não sabia ao certo o que dizer para vocês...

Nos últimos 7 anos e 4 meses, na esmagadora maioria das vezes em que estive aqui no nosso espaço, falei sobre nos amarmos para estarmos fortalecidas no momento em que precisarmos tomar decisões.

Não interessa a mim (nem a ninguém) que tipo de decisão você precisa tomar, mas sim a força que você tem para tomá-la, e principalmente para seguir adiante em paz com suas escolhas.

Tudo na nossa vida é um processo.

Sou uma pessoa extremamente ansiosa. Quero tudo pra ontem. Mas, nesse mundo da convivência com dependência química e codependência, tenho visto que o processo é tão importante quanto a linha de chegada. É no decorrer do caminho que temos os aprendizados.

São anos e anos pedindo a Deus “serenidade para aceitar o que não posso mudar”.

Muitas e muitas orações rogando por “coragem para mudar o que posso”.

E quantas e quantas vezes isso vira uma confusão na cabeça, pois não sabemos ao certo o que podemos mudar e o que não podemos.

E então pedimos a Deus “sabedoria para saber distinguir”.

E aprender isso leva tempo.

Na verdade, estamos sempre evoluindo. E talvez o que ontem você conseguia aceitar, hoje não consegue mais... Ou o que você tentava mudar bravamente no passado, hoje simplesmente aceita como é.

E eu, como ser humano, sou exatamente assim...

Nos últimos três meses, meu familiar e eu tivemos muitas conversas sobre seguirmos caminhos diferentes a partir de agora...

E no dia 20/08/18, nos separamos.

Ele estava totalmente recaído? Não.

Ele trocou alguma coisa de casa? Não.

Me traiu? Não.

Mas não é o que quero mais para a minha vida. Na verdade, ainda que eu quisesse, não tenho mais aquela força e aquela crença.

A dependência química vai muito além do uso de drogas. É uma questão comportamental. De pensamentos. Atitudes. Valores.

E o que era aceitável para mim antes, hoje se tornou insuportável.

Obviamente dói. É frustrante. Foram quase 12 anos.

Do meu lado, permanecem o carinho e o desejo sincero de que ele seja muito feliz e vença todos os obstáculos que surgirem no caminho.

Mas infelizmente, ficam também os traumas, as lembranças dolorosas, alguns medos... mas estou cuidando de tudo isso, um dia de cada vez...

 Poly


Entretanto, a vida precisa seguir...

Tudo isso tem acontecido exatamente no mesmo período em que estou trabalhando em um projeto novo. Daí nem tive tempo para me entupir de brigadeiro em casa, chorando e vendo filmes clichês... Não sei se isso é bom ou ruim...

Deixarei abaixo os links de duas matérias sobre o trabalho que tenho feito atualmente.

Clique aqui, e veja a matéria do Jornal Metrópoles.

Clique aqui, e veja a matéria do Jornal de Brasília.

Meninas(os), fiquem com Deus!

Que Ele ilumine os nossos caminhos!
 
"Ir embora de alguns lugares também é cuidar de si. Fugir de algumas pessoas, também é se proteger. Fechar algumas portas também é um ato de amor. Nem tudo é sobre abandono ou covardia. Às vezes são só atitudes de amor próprio." 
(Jey Leonardo) 

sábado, 22 de setembro de 2018

Nossa voz ecoando mais longe...



Boa noite, queridas(os)!

Hoje saiu uma matéria muito especial no Metrópoles sobre a nossa história.

Clique aqui para ler a matéria na íntegra.

Clique aqui para assistir o vídeo da reportagem.

Estou muito, muito feliz por ouvir nossa voz ecoando mais longe...

Acredito em dias melhores!

Grande beijo!

Poly.


segunda-feira, 9 de julho de 2018

A polinização acontece...


 
Bom dia, queridas(os)!

Hoje, logo pela manhã, ao abrir o e-mail do blog, me deparei com essas palavras, enviadas pela C.H.:

“Em quase sete anos é a primeira vez que me manifesto aqui, mas queria te contar o que seu blog fez comigo. Em 2011, meados de novembro, eu namorava um dependente químico. Fazia mundos e fundos por ele. Noivamos e mesmo ele trocando nossa aliança por drogas, continuamos até ele ser jurado de morte, e eu junto. Ele roubou droga de um traficante, eu era bem inocente em relação às drogas na época, tinha 18 anos e vinha de uma família conservadora. Mudamos e fugimos juntos de cidade. Ele roubava mercados para sustentar a droga, e sim, por loucura eu ia junto. Na verdade eram furtos de carnes e outros produtos. Fomos presos. Parei na cadeia. Cinco dias no inferno e fui solta! Nesse dia, quando saí da cadeia, fui para uma lan house com R$10,00 e voltei a ler teu blog e passei a entender a codependência. Voltei para minha cidade às escondidas. Terminei com ele e você não imagina como seu blog mudou minha vida e me deu coragem para terminar um relacionamento no qual ele não queria parar com as drogas. Hoje tenho 25 anos e concluí minha Faculdade! Obrigada Poly!”

Dá uma coisa tão boa saber que, de alguma forma, pude interferir positivamente na vida de alguém...

Na verdade, quem mudou a vida dessa leitora foi ela mesma, e suas escolhas de vida!

No entanto, eu sei na pele como a informação (ou a falta dela) afeta nas nossas decisões.

Desejo para você, as melhores escolhas, pois a partir delas, virão as melhores conseqüências...

Olhando para a minha vida, vejo boas escolhas e outras não tão acertadas, e ambas me trouxeram conseqüências. Mas me alegro ao ver que mesmo diante das piores conseqüências, das maiores dores vividas, Deus pode usar isso de uma forma que se transformou em bem para outras pessoas...

Já falei sobre as abelhas aqui... As abelhas são conhecidas pela produção do mel, uma substância doce e nutritiva... No entanto, elas possuem outra função de grande importância para a natureza: elas fazem a polinização das plantas, ou seja, espalham o pólen (minúsculos grãos produzidos pelas flores) para que o vegetal se reproduza, e assim, nascem frutas, legumes e verduras... As abelhas nem sabem disso... Mas o fazem involuntariamente...

Da dor vivida, do desabafo, da tentativa louca de encontrar o equilíbrio para a minha vida, percebo que houve uma linda polinização...

Obrigada por essas palavras, querida!

Obrigada a você que está sempre por aqui em busca de pólen... Desejo que gere excelentes frutos na sua vida!

Beijos!

Fique com Deus!

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Olhar a dependência química com naturalidade?




Bom diaaa!

Uau, já estamos em junho!

Hoje pela manhã, ao ler o livro CEFE, senti vontade de compartilhar essa mensagem com vocês!

“Quando me deixo levar por pensamentos negativos, fico ansiosa por coisas que talvez nunca cheguem a acontecer. Esse comportamento resulta em desperdício de preocupação e possíveis efeitos doentios em mim. Sei que minha paz e serenidade certamente serão afetadas. Então, por que ainda me entrego a estes pensamentos? Será que não posso me desligar? Não posso começar a acreditar? Qual o problema se o adicto tiver uma recaída? Eu mesma já não passei por recaídas no que diz respeito aos meus defeitos?” (CEFE, pág 153)

Sei que algumas nesse momento devem estar colocando seus defeitos na balança junto com os defeitos do adicto para verificar quais são mais catastróficos, não é?

Mas sinceramente, achei essa mensagem fantástica!

Você já deve ter escutado falar sobre a relação entre pensamento x sentimento x comportamento.

Esse blog inteiro não está aqui para ensinar você a se relacionar com o adicto, não! Mas sim para te ajudar a lidar com os seus pensamentos, sentimentos e comportamentos vivendo essa experiência tão difícil que é conviver com a adicção.

Cuidado com os pensamentos automáticos! Domine seus pensamentos! Alimente os bons pensamentos! Para isso, por vezes precisamos de ajuda! (Grupo de apoio, Psicólogos, leitura, etc).

Quando você pensa coisas negativas, na sequência passa a sentir coisas negativas.

Ex: meu familiar nunca vai se recuperar, ele vai recair, o que vai acontecer amanhã?

Quando esses pensamentos tomam conta da sua mente, você passa a sentir coisas como ansiedade, medo, tristeza, angústia...

E como consequência desses pensamentos e sentimentos, você passa a agir, a se comportar como uma pessoa fracassada, vítima da vida.

Amores, eu sei o quanto dói a adicção de quem amamos! Mas você não precisa se entregar aos maus pensamentos, sentimentos destrutivos e comportamentos de fracasso! Não mesmo!!

Por isso, amei a leitura do CEFE de hoje!

Quando você permite que pensamentos leves invadam sua mente, você sentirá paz, independente do que há ao redor.

“Tenho que viver um dia de cada vez, como se o amanhã não existisse. Preocupar-me com o amanhã ou com especulações sobre o futuro não vai trazer paz e serenidade para minha vida. Com atitudes que demonstrem minha sinceridade em relação aos outros e com confiança em Deus, terei o que quero: uma existência equilibrada, longe dos altos e baixos que sempre acompanham minhas preocupações e medo.” (CEFE, pag. 153, adaptado)

Uma vez me perguntaram o que faço para ver a dependência química com tanta naturalidade...

Oi? Naturalidade? Olhar com naturalidade uma doença que domina quem amamos e faz tanta gente sofrer tanto? Não mesmo...

Não consigo ver a adicção com naturalidade.

Mas me esforço todos os dias para ver a VIDA com naturalidade, afinal ela não se resume a isso.

Esforço-me todos os dias para colocar meus pensamentos onde quero, a fim de ter sentimentos leves, e comportamentos que tragam os resultados que espero da minha vida! Afinal nossos comportamentos são o plantio, e depois vem a colheita, boa ou ruim... Eu quero boa colheita! Sempre! Hoje já posso saborear bons frutos dessas minhas escolhas que só vem reforçar em mim a certeza de que VALE A PENA!!

“Não antecipe problemas ou se preocupe com coisas que talvez nunca aconteçam. Mantenha-se sob a luz do sol.” (Benjamin Franklin)

Feliz sexta-feira, amores!
Bjão!

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Nosso Blog completando 7 anos!

Hoje o Blog Amando um Dependente Químico completa sete anos!!!

Eu só quero dizer: MUITO OBRIGADA!!!

PS: Você que ainda não está participando do sorteio de aniversário, veja as instruções na postagem anterior e participe! Inscrições prorrogadas até amanhã!



terça-feira, 15 de maio de 2018

A recaída não dá aviso prévio!



Bom dia, meus amores!

Já se inscreveu no nosso sorteio de aniversário?!

Então para tudo... Antes de ler a postagem de hoje, envia um e-mail para polyp.escritos@gmail.com com seu nome, cidade e informando desde quando você lê esse Blog. Pronto! Já estará concorrendo a um livro Amando um Dependente Químico com dedicatória e um Kit Luar (esfoliante, hidratante e creme para as mãos) que chegará na sua casa! (Seu nome completo será mantido em sigilo).

Tô esperando...

Já se inscreveu? Então tá, agora vamos ao post de hoje...

Dias atrás uma leitora do blog disse que a minha experiência é uma exceção, e eu até respondi contando um pouco das lutas que a adicção trouxe: internações, insanidade, desemprego, coma, overdose, choro, dívidas, sumiços, e por aí vai.

Sinceramente, nem gosto de me lembrar, pois na maioria dessas experiências vividas por ele, eu estava ao seu lado, e sofria demais.

Então se analisarmos bem, não se trata de uma exceção.

Esse blog existe há sete anos, e já ouvi muitas, muitas histórias.

Trabalhei em um projeto para familiares de dependentes químicos, e também conheci de perto muitas histórias.

Frequentei muitas comunidades terapêuticas e grupos de apoio, e estive diante de várias outras histórias.

Não, a história do meu familiar não é uma exceção.

Existem muitos como ele que lutam dia após dia contra essa doença devastadora.

Assim como existem muitos que se entregam, infelizmente.

E o estágio em que seu familiar está hoje, não garante o amanhã... É um dia de cada vez. Lembra?

Então, meus amores, a doença da adicção não muda. Ela tem estágios... Escolhas...

(Lembrei do vídeo abaixo).



Cabe a nós pedirmos a Deus para que eles se mantenham no estágio da motivação e da ação, na maior parte do tempo... ou pra sempre, né?!

Mas se a doença da adicção não muda, o que pode mudar? Nósss! Simples assim!

A recaída não dá aviso prévio. Ela simplesmente vem. E aí? Como reagir a isso?

Não sei.

(Lembrei desse outro vídeo).



Eu mudei meu jeito de reagir. É espontâneo. Não consigo mais me descabelar, gritar, faltar trabalho...

Sinto tristeza. Sinto raiva. Decepção. Mas são apenas sentimentos diante de uma situação da minha vida, entretanto, me permito continuar vivendo e sentindo os outros sentimentos diante das outras situações que vivo simultaneamente a isso...

Entende?

Minha vida não se resume mais à adicção do outro.

Domingo foi dia das mães, dia 22 será meu aniversário, dia 30 será aniversário dele, estamos vivendo super entusiasmados com o resultado do nosso novo negócio no ramo de produtos pessoais, dias super tranquilos... masssssss, ele recaiu ontem.

E aí? Vou parar a vida?

Não mesmo.

Tristeza sim. Por ele. Eu sei o quanto é difícil começar do zero de novo, e colocar o corpo e mente em equilíbrio de novo leva tempo... Massss, é isso aí.

Eu preciso estar bem!

Hoje ele não ia se levantar. Abatido... Eu só disse: “não vai para o trabalho? Melhor fazer uma merda só do que uma sucessão de merdas...” (me desculpem, mas foi o termo que usei mesmo).

Ele levantou, tomou seu banho, vestiu sua blusa branca com a palavra “BELIEVE”, e foi, graças a Deus!

O amanhã a Deus pertence!

E é isso, queridas! Um dia de cada vez! 

Beijos.