sábado, 13 de junho de 2015

Cuide bem do seu balão!



Bom dia, queridas(os)!

Tudo bem com vocês?

Perdi o sono nesta madrugada, e me deu vontade de vir aqui, falar de um assunto muito importante com vocês.

Nesta semana, na ultima aula do Curso para Pais do Proerd, tivemos uma dinâmica com balões, e embora a aplicabilidade tenha sido outra, acabou me fazendo refletir sobre algo muito comum que acontece em meio a nós, familiares de dependentes químicos: a autoanulação.

Sei que muitas leitoras deste Blog são esposas, ex-esposas, namoradas e noivas de dependentes químicos, e quero aproveitar a deixa do “dia dos namorados” para falarmos de romance... Mas de um romance conosco! E isso vale para as mães, tias, pais e outros parentes também. Ok?

Quantas vezes já ouvimos falar que a codependência é a nossa “inabilidade de manter e nutrir relacionamentos saudáveis com os outros e conosco”? Que é uma “doença” que nos faz permanecer em relações difíceis, desgastantes ou destrutivas?

Várias, né?

Mas mesmo ouvindo tudo isso várias e várias vezes, eu demorei anos para assimilar o que isso queria dizer, e sair da minha “zona de conforto” para realmente me encarar como sou, e encarar a realidade como ela é, sem fantasias.

Sim, muitas vezes, cercamos as nossas vidas com fantasias na tentativa de viver melhor, mas embora seja um anestésico, essa forma de vida não é real, e mais cedo ou mais tarde, precisaremos encarar a realidade, enfrentá-la e superá-la.

É muito difícil um codependente mudar, mas é possível se ele realmente quiser!

A maioria de nós veio de famílias disfuncionais. Somos frágeis emocionalmente. Não conhecemos na nossa infância o amor, a aceitação, o amparo, e a segurança.

Muitas(os) fomos vítimas de violências físicas e/ou psicológicas.

E daí se explica a origem da nossa codependência, com o seu pacote de baixa autoestima, preocupação e cuidado excessivo com o outro, negação da realidade, compulsões nos relacionamentos, foco excessivo na vida do outro, e claro, a autoanulação.

Como parece fácil para nós colocar as necessidades do outro acima das nossas... Como é rotineiro zelar pelo bem estar do outro se esquecendo do nosso!

Como vocês sabem, fui uma das idealizadoras do projeto “Ame, mas não sofra”, e trabalho nesse projeto hoje. E eu tive a honra de “batizar” o projeto com esse nome.

No início, muitos criticaram: “como pode um projeto de governo com esse nome”?!

Mas eu sabia do que estava falando... E certamente vocês, leitores, também entendem o sentido desse nome.

Um dia desses, um entrevistador me perguntou: “Como amar e não sofrer”?

É engraçado que muitos de nós consideramos o amor e o sofrimento como sinônimos, mas não são!! Na verdade, são opostos. O amor é calmaria, é paz, é felicidade...

Então por que sofremos?

Sofremos porque nos esquecemos da contrapartida do amor ao próximo que é o amor a nós mesmos!

E quando isso acontece, sofremos e nos sujeitamos a situações de abuso, e ainda confundimos tudo isso com amor, quando na verdade, é a falta de amor... Falta de amor próprio!

Eu poderia gastar páginas e páginas tentando dar a “receita” para se conviver com um dependente químico sem enlouquecer, ou tentando dar dicas de como ser feliz em meio ao caos.

Mas, prefiro trazer palavras que façam vocês refletirem, e despertem o “empoderamento” em cada um de vocês (de nós!). Esse termo “empoderamento” foi muito utilizado por Paulo Freire, e significa a conscientização e a libertação para a tomada de novas atitudes, e o rompimento de ciclos destrutivos.

Como está o seu relacionamento? Não me refiro apenas a relacionamento de homem x mulher, mas de mãe x filho, irmão x irmão, etc.

Tem sido uma “troca”? Você está dando e recebendo? Existe respeito? Dedicação mútua? Há cumplicidade e parceria?

Se sua resposta foi sim, parabéns!

Mas, se foi não. Fique atenta(o)!

Quando um dos parceiros sempre atende o outro e suas necessidades, e se esquece das suas próprias necessidades e vontades, é um forte sinal da presença da autoanulação. E é muito triste quando perdemos a nós mesmos. Quando nos esquecemos de quem somos e do que gostamos. Quando não nos ouvimos ou nos enxergamos mais...

Aos poucos vamos sendo moldadas(os) pelo outro e suas demandas. Perdemos a nossa essência...

Então nos tornamos, pouco a pouco, como um objeto sem vontades próprias... Nos damos e doamos, sem nada receber ou exigir...

É como se deixássemos de existir.

Queridas(os), qualquer relação é baseada na troca. Cada um cede um pouco. Hora um dá, hora recebe, e vice-versa. Há uma negociação saudável entre as partes.

Mas, infelizmente, a esmagadora maioria de relacionamentos com adictos está fundamentada no “congelamento” de uma das partes.

O adicto age, a família reage. Tudo gira em torno dele, para ele e em prol dele.

Isso é saudável? Não! Para nenhum dos lados.

Para finalizar, quero falar da dinâmica com balões.




Como disse, na ultima aula do curso, fizemos uma “brincadeira”. Cada um de nós escreveu em um papelzinho o nosso sonho, colocamos dentro do balão e o enchemos.

O grupo reunido passou a jogar para cima os “seus sonhos” e cada um tinha a responsabilidade de cuidar do seu. Vira e mexe, vinham os “tubarões” para tentar roubar os nossos sonhos.

Interessante que enquanto cuidávamos apenas do nosso próprio sonho individual, foi fácil. Difícil foi quando surgiram “sonhos de terceiros" para também mantermos lá em cima, sem cair no chão ou estourar.

Eu, por exemplo, terminei com um balão contendo o sonho “do outro”, e o meu mesmo ficou jogado no chão.

Entendem o que quero dizer?

Ei, querida(o), podemos sim auxiliar o outro na realização dos seus sonhos e no alcance dos seus objetivos, mas a nossa responsabilidade é o nosso próprio “balão”.

Não o deixe jogado no chão. Não permita que ele murche e nem que pisem nele...

Cuide bem do seu sonho! Cuide bem da sua vida! Cuide bem de você!



Beijos!
Poly.

19 comentários:

  1. Olha poly, te acompanho desde quando criou o blog, nunca falei...mas hoje quero falar!
    Sou ex mulher de DQ, e a quase 4 nos separamos....e eu não acredito em felicidade real ao lado de um DQ, mesmo que este esteja em recuperação...
    felicidade pra mim, é marcar um compromisso e ter a certeza que vai acontecer. É saber sem dúvida absoluta que quando eu chegar em casa meu marido vai tá lá...conforme o combinado!
    É poder confiar...apenas confiar!
    Não quero ser mãe dele, não quero cuidar de seus porres, quero uma troca e com DQ, não DÁ.
    Olha com todo respeito que tenho por você, e pela sua história...VC mesma não consegui viver com um DQ, fala de cuidar de vc, de seguir vivendo, mas a cada recaída do seu marido vc da um jeito de alugar uma casa pra ele e colocar ele pra fora. E só volta quando ele fica dias no uso, tá cansado e te manipula mais uma vez falando que vai aceitar o tratamento.
    Nunca vi vc posta, meu marido usou mas, eu não sofro com as escolhas dele, vou continuar ao seu lado e aliás vamos sair pra jantar e pegar um cinema. Isso pra mim é não sofrer. Isso é continuar seguindo...
    Agora o que vc faz não!
    Olha me perdoe a honestidade...mas é minha opinião!

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    1. Obrigada por sua opinião, querida.
      Sim, já fiz muito isso, de após as recaídas seguir adiante, fazer programas com ele, novos sonhos, mas isso foi bem no início.
      Nove anos se passaram, e realmente não aceito mais conviver com um adicto na ativa, e dói quando o outro escolhe isso... Entretanto essa dor não é mais o centro da minha vida...
      Nesses nove anos, tivemos três separações, e muitas muitas recaídas...
      Como pode perceber, há muito tempo parei de postar coisas pessoais porque a ideia do blog é ajudar famílias e não que analisem minhas ações. Não pretendo ser exemplo, apenas feliz! :)
      Entende?
      Cresci muito querida, e acabei chegando a muitas conclusões parecidas com as suas....
      Um grande beijo!
      E cuide bem do seu balão!!

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    2. Bom dia!!
      Preciso do seu e-mail pessoal.
      Gostaria muito de conversar com vc Poly.

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    3. Concordo com você Anônimo quando diz que é impossível felicidade real ao lado de um dependente químico. Isso é verdade, a pessoa que está ao lado vive com medo da recaída, medo de que venda e troque tudo por droga, medo das bobagens que fazem pelo uso. E tem mais ainda, os dependentes químicos são arrogantes e orgulhosos em sua maioria. Quando precisam de ti, são falsos e bonzinhos. Nos raros momentos em que estão bem, nem se lembram de quem ajudou!

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  2. "... É muito difícil um codependente mudar, mas é possível se ele realmente quiser!..."

    Sim, você está certíssima nessa palavras.
    Isso é perfeitamente possível. Desde que te "conheci", sei o quanto você mudou e ser tornou alguém melhor.
    Você conseguiu e eu também consegui!
    Gratidão!

    Minha querida, sinto tanto conforto nas suas palavras...
    Sinto tanta gratidão por um dia ter encontrado esse blog e, anos depois, ter encontrado você em meus caminhos pela vida.
    Sinto tanta gratidão por saber que você está aí, sempre com palavras doces e cheias de amor!

    E por isso vim trazer flores para a Flor que me ensinou tanta coisa.
    Vim trazer flores para uma linda Flor...
    Para a Flor que me ensinou que eu também tenho os meus perfumes e que sou capaz de exalá-los aos ventos...

    Nesse instante, daqui onde estou, encho minhas mãos com meu mais doce perfume de amor e sopro para que ele te alcance...

    Muito obrigada por tudo!
    Muito bom saber que podemos contar uma com a outra, mesmo que seja apenas por meio de vibrações positivas de amor.

    E também é muito bom saber que a alguns quilômetros de mim existe alguém que é tão estabanada quanto eu, que se diverte como criança e que chora com fim de novela!!!!

    Tamujuntas...
    Beijos gigantes


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  3. Agradeço a Deus pela vida de todas vocês que aqui deixam registrados seus desabafos. O que me intriga muito em minha vida é fato de ter muita dificuldade em discernir meus sentimentos, pois o que sinto por meu marido adicto é amor ou dó, uma doença chamada codependência? Sábado dia 6 de junho sai de casa com minha filha de 5 anos, ao retornar pra casa, notei que enfrente ao portão tinha umas coisas sendo queimadas. Meu esposo me disse q queimou tudo q havia vestígios de drogas e que estava cansado desta vida e pra ele tudo isso tinha acabado. Apenas fiquei na minha, e com os dois pés atrás, resumindo a história, passou pouquíssimo tempo e estava recaído.... Gente, q horror, q dor na alma.... Não sei até quando suportarei tantas decepções em minha vida. Confesso q não tenho criado expectativas nele. Pois os tombos tem sido constantes... Infelizmente.... Triste demais...

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  4. Polly...o fato de ser codependente acho que se tornou uma justificativa pra ser dificil a mudança...sabe eu acredito na mudança de todas as pessoas...e o rótulo codependência embora sirva pra dar nome aos bois, não nos separa de uma humanidade completamente adoecida....hoje falo com pessoas que tem os mais diversos problemas de relacionamento...e que não tem a droga e nem a codependência no meio...e essas pessoas sofrem um tanto quanto nós em relacionamentos "normais"....quero dizer com isso que as dificuldades existem e são inúmeras pra todos...nós é que damos o tamanho exato dela...parece ser egoísta ou até pode soar como pouco caso...ela ta se achando...mais a verdade é que somos capazes de superar muita coisa....quando descobrimos o que realmente é o amor...sim o amor sobrevive a tudo...mais esse amor que falo não é o que nos apresentaram...cheios de romantismos e apegos...é um amor divino...que é capaz de fazer compreender o incompreensível...não que eu agora tenha me tornado "a mestre zen" conhecedor do verdadeiro amor...kkkk...mais uma coisa eu já aprendi...o que o amor não é...rs..bju meninas

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  5. Gostaria de deixar um texto pra vocês, espero que ajude. http://dependenciaecodependencia.blogspot.com.br/2015/06/lutar-ou-se-entregar.html#comment-form

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  6. Olá, já vou fazer 17 anos e desde quando fiz 15 namoro um dependente químico, é muito difícil e complicado ainda mais para minha idade mas acredito que cada mulher aqui já passou ou passa por um situação delicada em relação ao nosso parceiro. Fui muitas vezes busca-lo em bocas de fumo, na madrugada, de dia, a tarde, ou a noite. Busquei ele totalmente dopado com remédios e drogas tudo misturado e eu parei de viver pra mim pra viver pra ele, e aquilo foi me dando uma agonia uma angústia pois ele melhorava e depois caía pior do que antes e sempre ia se tornando cada vez pior, quando eu conheci esse blog n tem muito tempo e vi que n temos q deixar se viver por causa de pessoas ainda mais pessoas nessas condições, e vou completar 2 anos de namoro e a uns dois meses eu descidi viver idependente dele querer sair disso ou n, descidir amá-lo de longe. E ele começou a perceber esse afastamento da mh parte, pois eu antes podia ta fazendo oq for quando ele me chamava eu parava tuuudoooo pra ir correndo, pensando q isso iria ajudar , engano meu!!! E desses dois meses pra cá q mudei totaalmente ele vai fazer 1 mês que está na clínica de recuperação, pediu ajuda para poder ir e sair disso de uma vez por todas, estou muito feliz porq amo ele de verdade mas estou FIRME EM DEUS idependente de tudo pois Ele quem me sustenta até hoje. Ele está la e to morrendo de saudades é claro mas espero o tempo que preciso for, pois pra chegar até aqui foi difíiiiciiiiil!!!!!!! E tenho certeza que vai valer a pena!!! Em nome de Jesus!!

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    1. Nossa, me deu uma dor no coração... Passei exatamente pelo que você... Mas quando comecei a namorar com ele tinha 19... Eu fazia a mesma coisa, ia nas bocas buscar, já faltei de trabalho, aula, tudo, corri muitos riscos... Mas nada disso adianta, pelo contrário, só piora! Fiquei muito feliz que você está aprendendo aqui no blog da Poly... Eu e a Kel temos um blog também, se quiser passa lá. Lá também tem nossos emails, se quiser conversar...
      http://dependenciaecodependencia.blogspot.com.br/

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    2. Muito obrigada!! Sim, piora meamo, foi quando eu decidir largar de mão que ele resolveu melhorar. Estou muito feliz.E hoje graças a Deus ele está já dois meses lá em tratamento!!

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  7. Lindas palavras Poly!

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  8. Poly! Conheci teu blog a pouco tempo, e tuas publicações foram força em diversos momentos. Sou ex namorada de um dependente quimico, mas nossa relação mesmo não estando juntos, não foi esquecida. Ele sempre me procura, de mostra sentimento, mas ele mesmo diz, que as reparações para serem feitas, precisam haver mudanças. Gosto dele, e nesta distância nossa, fico insegura de ele encontrar alguém.
    Mas tenho que aprender a viver um dia de cada vez, se tiver que ser vai ser. EXiste algo pior que isto, que é adição dele, e se voltarmos tenho que ser forte.
    Não importa o que as pessoas pensam, o que deveria fazer, e que deveria esquecer ele, vou seguir meu coração, mas sempre pensando em mim.
    Não É fácil ter tido um relacionamento com um adicto, mas tive bons momentos, se foi a dor que nos aproximou, não sei, mas sei exatamente o que sinto hoje.
    Uma saudade dele..
    Fico feliz!! Ele está em um processo de recuperação , se cuidando, e firme e forte.
    Então tenho que me cuidar, me livrar dos maus pensamentos, e seguir em frente..
    Só por hoje! Tudo vai passar..

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  9. Poly, estou sentindo falta de suas partilhas. Gostaria de saber como está o seu marido após o tratamento com ibogaina, mudou alguma coisa nos hábitoa dele, ele teve recaída? As fissuras desapareceram? Por favooor

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  10. Olha, eu sou muito desiludida em relação aos dependentes químicos. Já tive relacionamento com um DQ, fiz REALMENTE tudo aquilo que estava ao meu alcance por ele, e quando não aguentei, terminei. Terminamos na boa, apesar de eu estar muito machucada. Ele foi se tratar e, depois que saiu da clínica, a primeira coisa que fez ao acessar o facebook foi me deletar! Pode parecer bobagem, mas senti isso como um grande desprezo. Nunca quis voltar, mas a amizade havia ficado (pelo menos de minha parte). O que tenho visto com as leituras, experiências é o quanto esses dependentes químicos não tem consideração por ninguém, mesmo em recuperação. Os que se recuperam realmente são raros. E, ainda assim, mesmo sem drogas, acabam cometendo atitudes de uma total falta de caráter. Não estou aqui para alfinetar, mas como você mesmo disse em outro post Polly, do dia em que seu esposo esqueceu seu aniversário. Vejo DQ não tendo sentimentos, não dando a mínima. Não é a toa que eles perdem tudo, emprego, família, lar. Eles colocam tudo e todos no LIXO.

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    1. É verdade. Não são todos, mas a maioria. E também é a maioria que não quer parar de usar.

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  11. Vou fazer 2 anos com meu namorado, e hoje ele está em tratamento, lutei bastante, e por um ano e meio eu estava sofrendo por isso, estavo sendo(coodependente) e a uns 4 meses mudei totalmente comecei a viver pra mim novamente pois havia deixado muitas coisas pra viver pra ele por esse fato dele ser um depedente químico e ele notou essa diferença e logo de início ele pensou que eu n o amava mais e tal, só que eu cheguei a conversar com ele e disse pra ele que daquele dia em diante eu iria AMÁ-LO DE LONGE, porq se eu perto dando carinho ele n mudava então eu de longe n se "importando". Foi quando numa segunda-feira às 22:40 da noite ele apareceu no meu portão, me pedindo pra n desistir dele e dizendo que queria ir para uma clínica de recuperação, foi quando meu pai que é Pastor buscou as coisas dele e levou ele na mesma hora. E depois daquele dia e da decisão que ele tomou graças a Deus tudo tem melhorado, em todas as áreas mesmo que separamos sempre afeta algo em alguma coisinha, mas Deus tem nos abençoado graças a Deus, que o Senhor abençoe todas nós que com vidas, nomes, raças, cores e de lugares diferentes lutamos pelo mesmo objetivo, a recuperação dos nossos parceiros e sermos felizes com eles e que idependente deles n nos deixamos abater pelas adversidades!!!!! Beijão MENINASMULHERES!!!!!!

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  12. Boa noite quero deixar o link do meu blog que iniciou se quiserem me acompanhar também bjos fiquem na Paz .
    http://db-diamantebruto.blogspot.com.br/?m=1

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  13. oii comecei a ler seu blog a pouco tempo mais ja gostei muito de vc e de suas postagens , tbm passei por um casamento doentio do qual acabei me separando por conta de drogas tbm , no momento estou sofrendo muito mais ai descobri seu blog e esta me ajudando bastante, espero que volte a escrever logo !

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