sexta-feira, 4 de abril de 2014

Namoro, botar na rua, traição e ibogaína.


Boa tarde, gente!

Tudo bem?

Queridas(os), me perdoem, mas não estou conseguindo responder aos e-mails. Li todos, mas não consigo tempo para responder. São muitos.

Então separei os quatro assuntos mais questionados, e responderei nessa postagem.


1.       Namoro com dependente químico




Como já falei algumas vezes no blog, e também nos livros, meu esposo nunca me escondeu que era um dependente químico. Soube disso antes de começarmos a namorar. Entretanto, eu não tinha as informações que tenho hoje. Eu pensava que a dependência química dele seria curada com o meu amor e ponto.

Hoje, vocês, namoradas, têm condições de fazerem suas escolhas, sabendo exatamente o que é a dependência química, uma doença muito complexa, que afeta toda a família, e causa muita dor.

Se eu soubesse de tudo isso, ainda ficaria com ele, como namorado? Realmente não sei. Sou muito teimosa, cabeça-dura, então talvez sim. Além disso, sempre tive características codependentes, por ser filha de um adicto, e como nunca tinha me tratado, acho que teria continuado no relacionamento sim.

Mas, se me perguntarem se aconselho vocês a continuarem namorando com dependentes químicos, respondo que não. Por quê? Porque é uma vida incerta, por vezes dolorosa. Estou aconselhando o que aconselharia à minha filha, mas claro que respeito a escolha de cada uma, e entendo também.

Nos últimos dois anos, apesar das três rápidas recaídas, meu marido imediatamente se reergueu, e logo voltou ao estágio da ação (clique aqui, e entenda os estágios). Então não houve muito sofrimento em casa.

Entretanto, nos cinco primeiros anos do nosso casamento, sofri muito, tanto pela dependência dele, como pela minha codependência, e não gostaria que vocês passassem pelo mesmo.

Se o namorado está em recuperação (no mínimo dois anos), bacana! Daí até dá pra pensar. Entretanto, esteja ciente que mesmo assim a recaída pode acontecer.

Mas, se ele não quer se recuperar, se não quer deixar as drogas, sinceramente, cai fora!

Sei que há muito sentimento envolvido. Sei que geralmente eles são muito cativantes, e nós muito carentes, mas preciso ser muito honesta com vocês, mais uma vez. Afinal, já recebi e-mails até mesmo de meninas de 15 anos, nessa situação.

Ressalto que não basta terminar o relacionamento, é preciso também buscar ajuda (terapia, grupo de apoio) para mudar a sua forma de olhar para si mesma.

Quero deixar claro que tudo isso é apenas a minha opinião. Cada um sabe de si!

Se me perguntar se me arrependo, digo que não. Afinal, há muito amor e outros sentimentos envolvidos. São oito anos de história. São dois filhos lindos gerados. Foi muito aprendizado. Há muita cumplicidade. Enfim, essa é a MINHA vida, e essa foi a MINHA escolha.


2.       Separar ou não separar, botar na rua ou não




Eu, Polyanna, não tenho coragem de dizer para ninguém: “se separe, que seu marido vai buscar recuperação” ou “bota o seu filho para fora de casa, que ele toma jeito”. Por que não tenho essa coragem? Porque não conheço o seu marido, nem o seu filho. Pode ser que esse “fundo de poço” o leve a reagir e a buscar ajuda, mas também pode ser que isso traga resultados desastrosos. E aí? Você, familiar, está preparado para isso? Saberá conduzir sua vida adiante, sem culpa?

Qual é o meu conselho aqui? Busque ajuda! Quando você busca ajuda, começa a se “desligar” do adicto. Começa a se redescobrir. A enxergar os seus próprios limites. Seus próprios desejos. A mudança tem que acontecer de dentro para fora, e não o contrário. Não adianta tomar atitudes drásticas para mostrar aos outros, se por dentro você continua extremamente ligada ao adicto.

Se o seu familiar adicto age com violência, ou coloca em risco a própria vida ou a vida de quem convive com ele, acho que uma medida radical deve ser tomada sim. Mas, se não é esse o caso, ainda acredito que a família indo a grupos de apoio, e fazendo terapia, conseguirá um ponto de equilíbrio, e passará a ter atitudes assertivas que poderão inclusive colaborar na recuperação do outro.

Se isso não for suficiente, e se o seu desejo é realmente o de se afastar, você estará pronta para isso. Então faça isso, sem culpa.

O que sempre digo é: o que você QUER para você? Descubra isso, e corra atrás disso. Eu nunca quis me separar. Já me afastei duas vezes dele, em atitudes desesperadas de tenta-lo fazer acordar. Deu certo. Nas duas vezes ele buscou internação. Mas, também poderia ter dado errado. Portanto, não tenho como dizer que porque deu certo com meu esposo, dará com o seu familiar também. Lembre-se, cada um, cada um.

Apenas não passe por cima de si mesma. E não permita que ninguém faça isso com você. Não vejo mal nenhum em amar alguém, ao contrário, acredito muito no amor. Entretanto, se você não SE ama, aí sim, haverá um grande problema.

Se você se amar, não precisará de ninguém para te dizer o que fazer, pois saberá respeitar os seus limites, e conduzir sua própria vida, em paz, em qualquer caminho que escolher.

Nesse caso, erga sua cabeça, assuma suas escolhas, e “beijinho no ombro” pra quem quiser falar.

Mas, vou adiantando que em um relacionamento com um adicto, só amor não basta. Precisamos de força para nos cuidar e não adoecer também. E de força para buscar conhecimento sobre o assunto, a fim de não sermos facilitadoras(es) da doença deles.

Então é preciso AMOR-PRÓPRIO, LIMITES, BUSCAR AJUDA, BUSCAR INFORMAÇÃO,  e tudo isso somado ao amor ao outro, e à compreensão, pode sim dar certo, se ambos desempenharem os seus papéis.


3.       Traição




Acho que a insegurança ronda 99,9% das mulheres que se relacionam com dependentes químicos que não estão em recuperação.

E com razão, afinal, a droga afeta o ponto do cérebro responsável pela ponderação. Além disso, os sumiços constantes acabam gerando desconfiança.

Muitos dependentes químicos traem? Sim.

Todos dependentes químicos traem? Não.

Nesse caso, cada um conhece o seu próprio familiar, suas características, os locais que ele frequenta, etc.

Tenho uma relação de confiança com o meu marido, embora seja bem ciumentinha.

Então, para quem pergunta se eu perdoaria uma traição, afirmo que sim. Perdoaria, mas não conseguiria mais confiar. E uma boa relação não existe sem confiança. Portanto, acho que não conseguiria continuar junto.

Mas, mais uma vez eu digo, cada um sabe de si!

A droga acaba sendo uma amante também, né? Muitas vezes fui trocada por ela, e acabei perdoando... Vai saber!


4.       Ibogaína




Meu marido nunca fez o tratamento com ibogaína, em razão do custo elevado.

Há alguns anos atrás conversei com a Psiquiatra que é dona da clínica que faz esse tratamento, em Curitiba. E também com o médico que faz a aplicação, em São Paulo. Assisti um DVD com alguns depoimentos, e fiquei muito animada.

Entretanto, ela não “cura” a dependência química. Pelo que entendi, ela retira os sintomas da fissura. Mas, ainda ficam outras questões de caráter, compulsão, etc, para serem tratadas. E como qualquer outro tratamento, depende do QUERER do adicto para dar certo.

Quem quiser saber mais, CLIQUE AQUI, e acesse o blog sobre essa planta e tratamento.

No entanto, não acreditem nessas propagandas enganosas que prometem “a cura para a dependência química”, pois tem muita gente gananciosa querendo se dar bem às custas da nossa dor e ingenuidade.


Queridas(os), é isso. Essa é a minha opinião sobre esses assuntos. Busquem opiniões de outras blogueiras, e de profissionais também. E, sobretudo, ouça a si mesma(o), confie em si mesma(o), e peça orientação a Deus, pois Ele também fala conosco...

Beijo no coração!

16 comentários:

  1. muito coerente :)...paz e luz pra ti

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  2. Obrigada Polly :) precisava disso.

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  3. Poly ótimas colocações no Namoro... Separar... Mas minha opinião agora sobre traição: Não concordo qdo vc diz que todo familiar conhece o adicto, eles não são aquilo que vemos em casa nunca, qdo estão na ativa, nas bocas e usando. Vc pode conhecer o seu marido, respeito sua opinião mas a maioria não conhece mesmo.Então devem ficar muito atentas as doenças sexuais .

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  4. Oi Poly. Caiu como uma luva hoje. Obrigada. Deus os abençoe!!

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  5. Conheci seu blog semana passada e vi que as situações que o meu namorado passa, são comuns a muitos usuários. Ele usa cocaína e acredita que pode parar a hora que quiser, e por isso, não quer um tratamento, um psicólogo, nada... Faz cinco anos que estou com ele, e ano passado se tornou impossível continuar o relacionamento. Em meados de agosto terminei, porque seu vício estava me destruindo, além da forma hostil que ele me tratava quando estava sob o efeito da droga. Reatei com ele em fevereiro deste ano, com a promessa de que ele não usaria mais, porém, ele está usando. Hoje mesmo sumiu do mapa. Liguei, perguntei onde ele tava e como resposta tive: no mundo. Ele está cheirando, só Deus sabe desde quando. É uma luta diária, amo ele, mas estou sem forças. Custo a acreditar que ele não possa recusar a essa louca vontade de cheirar. Tudo é ótimo quando ele está sem fazer, é um companheiro perfeito. Mas basta chegar o fim de semana que ele coloca tudo por água abaixo. Não sei se no meio de suas "curtições" ele me trai, nunca tinha pensado nisso... O que sei é que tudo o que queria era dormir e acordar num mundo onde não existisse drogas. Obrigada pelas experiências compartilhadas, tenho certeza que tem servido de norte pra muita gente, inclusive pra mim. Deus te abençoe!!

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    1. Nossa amiga me identifico c vc nos momentos q meu marido nao uda ele é um homem prestativo e carinhoso. Usando parece uma avalanche roubando tudo em casa para vender. Muito triste pior qur ja pedi a ele para sair de casa ele nao sai e penso fazer um boletim de ocorrencia contra ele mas tenho medo das consequencias. So queria freia lo durante o uso para que ele nao destrua ainda mais nossa vida financeira tao desmazelada.

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  6. Oi Poly! Acompanho o seu blog há algum tempo, nos momentos mais difíceis, foi aqui um pedacinho da minha força, obrigada por todas as palavras compartilhadas! Adorei essa postagem, foi objetiva em tantas dúvidas, que todos os codependentes possuem. Lembro-me que quando descobri a adiccção do meu ex-namorado, fui a um grupo de ajuda e sai de lá derrotada, porque a primeira coisa que me falaram foi: cai fora! Assim como você escreveu, que diria a sua filha. Foi dolorido, muita água rolou depois disso, eu lutei, ele lutou também, afinal eram quase dez anos de um relacionamento com MUITO amor e respeito, até a adicção começar (nos últimos três anos). Não deu certo, mas não me arrependo de ter lutado, eu também precisava me dar essa chance, porque a gente se amava muito.
    Terminei o relacionameto há quase um ano, mas não foi fácil e não é, preciso me cuidar todos os dias, porque eu também adoeci. Porém hoje, sigo cuidando apenas de mim e sempre orando muito pela vida dele, para que finalmente ele consiga superar. Como eu não posso modificar, eu entrego nas mãos de Deus! Beijos

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  7. Eu já sofri muito pensando na separação, escolhi continuar. No meu caso, descobri duas traições com prostitutas. Conversei com ele e acabei perdoando. Também havia muitas coisas no facebook, conversinhas que podem ser consideradas traições. Novamente perdoei. Hoje ele está internado e muito diferente. Não sei como vai ser quando sair, mas estou esperançosa e aprendi a transformar as mágoas em sentimentos bons. Vou ao Naranon e amor exigente e sei que preciso estar sempre me monitorando para evitar que sentimentos do passado/ pensamentos negativos me dominem, pois assim que eles chegam volta minha dupla personalidade: maior vítima do mundo ou a maior salvadora dele. A dor da traição é muito forte sim, mas a dor de ver a pessoa se afundar, a dor de não ter notícia, a dor de se afundar junto é muito maior. Eu perdoei e não me arrependo. Era a droga fazendo com ele. Aprendo diariamente a apurar meu ouvido para saber se quem está falando é meu namorado ou é a droga falando por ele. No meu caso tem dado certo. Beijos

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  8. Olá meninas, eu me identifiquei muito com suas histórias, namoro e agora sou noiva de um cara de 24 anos e estamos juntos a 13 anos amor de adolescência. mas um relacionamento conturbado aonde ele usa drogas a cerca de 8 anos já e sofri muito e neste instante tenho sofrido, ele ja me agrediu por conta das drogas, traições já foram umas 4 e agora estou passando por mais uma, ele já se internou uma vez se recuperou mais recaiu. Essa luta é sem fim parece ele fica muitas das vezes ansioso toma atitudes que não são dele, é nervoso tem mudanças de comportamento muito fácil, dificuldade de se comunicar. Mas quando ele esta limpo sem drogas ele é uma ótima pessoa, ele perdeu empregos ótimos, amizades se convertemos a cristo também mas mesmo assim esta difícil pois ele é confuso e com essa ultima traição fiquei mais decepcionada.

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  9. Olá meninas, eu me identifiquei muito com suas histórias, namoro e agora sou noiva de um cara de 24 anos e estamos juntos a 13 anos amor de adolescência. mas um relacionamento conturbado aonde ele usa drogas a cerca de 8 anos já e sofri muito e neste instante tenho sofrido, ele ja me agrediu por conta das drogas, traições já foram umas 4 e agora estou passando por mais uma, ele já se internou uma vez se recuperou mais recaiu. Essa luta é sem fim parece ele fica muitas das vezes ansioso toma atitudes que não são dele, é nervoso tem mudanças de comportamento muito fácil, dificuldade de se comunicar. Mas quando ele esta limpo sem drogas ele é uma ótima pessoa, ele perdeu empregos ótimos, amizades se convertemos a cristo também mas mesmo assim esta difícil pois ele é confuso e com essa ultima traição fiquei mais decepcionada.

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  10. Ei meninas, nesse momento estou passando pela situação mas complicada da minha vida. Namoro à quase 5 anos e de dois anos pra cá está sendo uma barra, descubri que meu namorado é dependente químico da cocaína, e agora ele chegou ao crack. Está sendo muito difícil pra mim. Ele foi pra clínica porém ficou só um dia. Estou esgotada e chateada,um sentimento de dor que não tem como explicar. O medo domina o meu pensamento e nessas horas eu não sei o que fazer se continuo com ele lutando ou se me afasto pois ja estou ficando doente . É muito triste essa realidade eu só queria acordar ao lado dele e saber que ele está bem sem esse maldito vício. Tenho fé que ele vai sair, porém ao lado não sei se vou continuar por mas que o ame. Preciso me amar também. Agora é deixar o tempo curar e decidi o que vai ser das nossas vidas... Só Deus.

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  11. Ola meninas, em meios de me confortar em alguma coisa achei esse blog e super me indentifiquei com varios desabafos. Eu namoro ha 4 anos des que conheci, ele usava cocaina mais no comeco era menos. nao achei que fosse um viciado em dois anos e meio de namoro a gnt terminou por conta da sua agressividade quando usava e sua desconfiaça, coloquei um fim mais como amo ele a gnt voltou a namorar a um ano e nesse vai e vem agr tivemos um filho. Ninguem sabe o quanto me arrependo por ter escolhido ele pra ser pai do meu filho. ele fica na rua na madrugada enquanto eu fico cuidando do meu filho. a gnt voltou ele prometendo nao cheirar mais . se eu solbesse que iria ser essa pertubaçao nunca teria voltado . minha vida estava tao boa .. é uma situaçao muito dificil que eu passo . quando ele nao esta no efeito das drgas ele e o homem que eu amo . mais qnd nao. prefiro realmente que ele esteja longe ... sim ainda acredito que ele possa mudar . mas como a poly disse .. amor propio é tudo na vida .. eu ja estou me esgotando. td que eu queria é ter a familia perfeita, queria que ele desse o exemplo pro meu filho, mais nao ta cada vez pior. nao desejo isso pra ninguem ... obrigada Poly é muito importante esse blog.. pois achei aqui o unico meio de desabafar pois a familia de nenhum dos lados sabe desse assunto.. Realmente so Deus nas nossas viada

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  12. estava namorando uma dependente química (cocaína) e por não ter base anterior a nenhum relacionamento ,achei que seria tranquilo de namorar ,ainda mais a pessoa dizendo que não fazia uso frequentemente. bom gente nao se engane,uso frequente ou não DROGA E DROGA,passei por muitas em 8 meses ,e sempre da mesma forma,simplesmente a pessoa desaparece e nos já sabemos os porquês,minha namorada vinha de festas nas quais saia depois do trabalho os famosos Happy Hous,no inicio não estranhei pois não ficava grudado nela,mas aos poucos ,ela ia da balada pra minha casa,e por algumas vzs cuidei dela,na fomosa rebordosa do pó,não aconselho ninguém a se relacionar com quem nao quer tratamento,e sofrido demais,e infelizmente no meu caso ,traições decorrentes do abuso de drogas estavam presentes nas escapadas,bom chame do que quiserem,corno,trouxa ou seja la o que dizem,terminei não pelas escapadas,terminei pelas noites que fiquei sem dormir pensando onde ela estaria e com quem,o pior sao os piores lugares pra conseguir a droga,já tinha chegado abuscar muito longe ,e o estado no qual a pessoa se encontra depois tambem e lastimável,calafrios,alternando com calor,caibras,falta de apetite e assim vai.. terminei a 2 semanas sinto muita falta dela mas fiz a unica coisa que me cabia,chamei a mae e disse tudo,praticamente assinei minha sentença de morte,mas como ultimo ato informei a situação pra quem era devido,daqui pra frente me insento de responsabilidades,portanto ja que so estavamos namorando e foram muitas estorias erradas ,decidi ficar so e dizer que e necessario muito AMOR E COMPROMETIMENTO de ambas as partes para que de certo,se nao CAIA FORA QUANDO PERCEBER ALGO SUSPEITO.

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    1. Passo pelo mesmo problema com o cara que eu amo. Ele nao quer se tratar e pela minha insistência, ele terminou. Estou péssima. Ele não quer nem a mnha amizade. Existe alguma forma do pessoal do blog me ajudar a entrar em contato com você anônimo?

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    2. Gostaria de entrar em contato com esse rapaz que sofre pelos mesmos motivos que eu sofro por amar um cara dependente químico.

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    3. Amigo vc fez o certo. Contar para os pais foi provavelmente o primeiro passo para ela começar a se tratar. Sem isso ela jamais procuraria ajuda, pq há MTA vergonha e medo dá família envolvidos. Hoje estou na dúvida entre continuar ou terminar com meu namorado q eh adicto. Ele já ficou internado, começou o tratamento mas depois parou. O problema eh q ele não acredita que eh alcolatra tbm, mas ele eh. Então continua bebendo normalmente é vive perdendo o controle com a bebida. Até q uma hora ou outra a fissura pela cocaína volta. Ele eh incrível qdo está bem, mas ultimamente ele mentiu muito. Nunca sei até q ponto o vício interfere no caráter e na questão das mentiras. Devo apóia lo ficando com ele e acreditando q agora q ele resolveu voltar ao tratamento será diferente? Ou término tudo logo é tento viver em paz, mas sem a pessoa q amo? Não sei oq fazer

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