segunda-feira, 3 de março de 2014

Vidas Roubadas - Série.

Boa noite!

Queridas(os), a jornalista do Correio Braziliense gentilmente me cedeu os arquivos das matérias da série Vidas Roubadas, publicadas na semana passada, contando histórias de mães de dependentes químicos, para que eu pudesse disponibilizá-las no Blog.

Falei sobre essa série na postagem passada "O mesmo amor e a mesma dor".

Quem quiser ler as reportagens na íntegra, elas seguem abaixo em ordem cronológica. Basta clicar sobre a imagem, e aumentar o zoom do seu computador, ou imprimir.


23/02/2014

24/02/2014

25/02/2014

26/02/2014

27/02/2014

28/02/2014


Que eu nunca me esqueça que, como disse Carlos Drummond de Andrade: A dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional.

Não posso evitar a dor que sinto ao ver um familiar amado no mundo das drogas, mas posso escolher se permitirei que essa dor domine a minha vida, ou se assumirei o controle das minhas emoções e ações, por maiores que sejam os desafios.

Só por hoje, escolho a segunda opção.

Força, fé e esperança a todos nós!


Curtir o carnaval de cara limpa é muito mais gostoso! E não se esqueça de que álcool também é droga!


Beijos! ♥


Um comentário:

  1. Oi, eu de novo...to mais calma...é impressionante como somos co-dependentes....ate ele entrar pelo portao meu coracao apertado, chorando baldes, em panico. Agora ele entrou sorrateiro p nao fazer barulho no portao, deixou o carro na rua, esta sentado na varanda mudo com olhar longe, se me aproximo balanca a cabeca como se estivesse irritado por eu estar ali, e fica bufando. Daqui a pouco comeca a fase da paranoia comeca a ligar p meu celular p que eu va ate a varanda, mas se vou ate la tenho que ficar muda, porque se converso acho que atrapalho a onda de cocaina dele. Ai comeco a orar na minha cabeca sem ele saber e fico impressionada como ele do nada se revolta e comeca a brigar...se eu paro de orar ele para de brigar.
    Fiz um culto no meu lar e o unico lugar onde nao tinha ninguem orando foi em uma parte da garagem...e é onde ele fica quando esta sob o efeito da droga....so entra dentro de casa quando isso passa. Ele diz que nao se sente bem, que ve vultos na casa....Eu nao acreditava em nada disso porem agora acredito e muito, sem a igreja nao estaria aguentando nada disso. Agradeco por escrever o que escreve e vou divulgar p algumas amigas que com certeza vao se identificar assim como eu. Vou tentar acompanhar.

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