quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Aprendendo e tentando!

Não desisto da VIDA!


Bom dia a todos!

Tudo bem com vocês?

Estou passando por aqui para falar sobre o lançamento do Projeto Ame, mas não sofra!, que aconteceu antes de ontem, dia 05.

Graças a Deus, foi lindo! Está tendo grande repercussão aqui no Distrito Federal. E as famílias estão procurando ajuda.

Em um primeiro momento, a grande maioria vem em busca de ajuda ao seu familiar dependente químico. E o nosso grande desafio é o de fazer as famílias perceberem que também precisam de cuidados, de se fortalecerem, para depois oferecerem ajuda, de forma mais eficaz, ao seu familiar.

Até mesmo nas reportagens, a tendência é focar no dependente químico, mas aos poucos, acredito que a sociedade entenderá o quanto a codependência aumenta o nível de sofrimento das famílias, e o quanto diminui as chances de recuperação do adicto.

Nem preciso falar sobre a correria que está a minha vida nestes dias, né? Peço desculpas aos e-mails enviados ao polyp.escritos@gmail.com, que ainda não consegui responder, e também peço um pouquinho de paciência.

Deixo, abaixo, algumas fotos e vídeos sobre o Ame, mas não sofra!, o primeiro projeto governamental de apoio aos familiares de dependentes químicos, uma conquista de todos nós, e do qual vocês aqui do Blog, conheceram e participaram dos "bastidores".

Muito feliz por ver tudo isso acontecendo!

Como disse ontem no facebook, há alguns anos atrás, afundada na codependência, eu não acreditava mais em mim, nem em meus sonhos, nem em meu potencial. Que essa realização sirva de estímulo a todos nós, mostrando que podemos ser quem quisermos, e fazer o que desejarmos...

Só por hoje, meu amado dependente químico está limpo há oito dias. 

Ontem saiu o resultado de um concurso público que ele realizou recentemente. Dentre 15.000 candidatos, ele foi aprovado, e está bem classificado dentro do quantitativo de vagas! Parabéns!!!

Nesta semana, apesar de tantos bons acontecimentos, vez ou outra batia aquela dorzinha por dentro. E entre nós dois houve um certo distanciamento. A droga tem esse poder, infelizmente. Mas, aos poucos, estamos recomeçando novamente!

Ele deslizou, recaiu. Por outro lado, eu também percebi que ainda não consegui me desligar totalmente. Mas, o que importa é que hoje está tudo bem, e nós dois ainda estamos vivos para continuarmos APRENDENDO e TENTANDO!

Beijão a todos, e muita serenidade!


  Difícil foi segurar a emoção ao falar...

 Dr. Leonardo Moreira - Subsecretário de Políticas sobre Drogas do DF

 Secretário de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania do DF, Alírio Neto

Olha eu ali, representando todos nós, familiares...



Apesar da qualidade da imagem do vídeo não estar boa, por ter sido filmado pelo celular, dá pra ouvir bem, e entender direitinho o projeto e a mensagem...



Para assistir a reportagem, ao vivo, da Record, CLIQUE AQUI.

Para assistir a matéria do DF Record, CLIQUE AQUI.

Matéria no Jornal Brasil Online, CLIQUE AQUI.

Matéria do Donny Silva, CLIQUE AQUI.

Matéria da Agência Brasília, CLIQUE AQUI.


Entrevista, ao vivo, no Brasil Urgente da Band, no dia 05/11.


Quem quiser visitar a página do Projeto Ame, mas não sofra!, CLIQUE AQUI!.



Beijos no ♥!

4 comentários:

  1. Poly estou muito feliz por tudo isso, lembro-me que me sentia muito sozinha, sofria calada, pois não podia contar com ninguém, achava que só eu sofria tanto por conta da dq, até que um dia coloquei no google e acabei encontrando seu blog e com isso, fui lendo os relatos e vendo que eu não estava sozinha, foram quase 6 anos sofrendo sozinha ate que encontrei todas voces e sph agradeço por ter tantas companheiras a quem contar, tanto presencial, tanto online e sei que sozinha eu não conseguiria chegar onde estou, peço a Deus que esse projeto se expanda para todo o Brasil, pois sei que assim como eu sofria sozinha, tem muitas pessoas, nesse instante que estão na mesma situação! TMJ SPH <3

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    1. Camilla, minha querida, TMJ! Eu seguro a minha mão na sua e uno o meu coração ao seu... Se não fosse assim, não conseguiria nada... Beijos no ♥!

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  2. Leitora JEANE, peço desculpas, pois ao moderar o seu comentário pelo celular, ele foi excluído. Mas, respondendo ao seu questionamento, eu não tenho vergonha do meu esposo, de maneira nenhuma, mas como já falei anteriormente aqui no Blog, preservo sim, ao máximo, a minha família dos preconceitos que existem. Uso um pseudônimo no Blog, e inicialmente não tinha a intenção de quebrar o meu anonimato, mas quando publiquei os livros, e quando ingressei nesse projeto, sabia que isso as vezes seria necessário. Conversei com meu esposo, e juntos decidimos que quando fosse necessário, eu poderia sim abrir a história dele, mas quando não, como na demonstração do Projeto, por exemplo, onde não vi a menor necessidade de expor o meu esposo e os meus filhos, optei por dizer apenas "um familiar próximo". Mas, quem quiser saber quem é o familiar, basta vir ao blog ou ler os livros... Ou seja, não escondo, mas também não ando expondo o meu esposo e filhos aos quatro cantos. Afinal, o preconceito ainda é uma realidade, infelizmente. Abraços!

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  3. Parabéns pelo projeto.
    Este nome é muito difícil na prática, mas assim que reconheci que a adicção é uma doença e identifiquei a codependência tenho conseguido viver melhor.
    Ainda que afastada do 'meu' adicto que está em período de ativa, continuo cuidando de mim e da minha doença (a codependência).
    Fico muito triste porque o preconceito ainda é enorme e o adicto é sempre só mais um "sem vergonha" e quem permanece com ele "mais ainda" aos olhos da maioria.
    Enquanto isso o preconceito predomina e a sociedade permanece adoecida com seus adictos e seus familiares tão doentes quanto.
    Enfim projetos como estes trazem um reconhecimento e visibilidade para nós. Sim, já existiam os projetos não governamentais que acredito que sejam essenciais e até mesmo inspiração para este.

    Obrigada pelas partilhas e força na caminhada.
    E

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