domingo, 21 de julho de 2013

O amor, o medo e a dor!



O que eu faço agora com tantas informações?

Sim, eu já aprendi que a doença dele é incurável e progressiva. E que só depende dele a recuperação.

Já aprendi que também adoeci, e que preciso cuidar de mim mesma.

Aprendi tantas coisas sobre dependência química e codependência que hoje dou palestras sobre o assunto.

E aí? No que isso muda a minha dor e o meu medo?

Sinto saudades de quando eu pensava que apenas o meu amor seria suficiente para livrá-lo das drogas. Daquele tempo em que, após uma recaída, eu tinha a certeza de que seria a última, e juntos rapidamente nos reerguíamos.

Autoengano? Sim, já aprendi que era isso. Mas, ainda assim, tudo parecia mais simples, ao menos para mim.

Meu esposo continua limpo. Mas, não estou bem hoje.

Existe um jovem de 19 anos, que esteve internado com meu esposo, e que o considerava o seu “padrinho de NA”. Conheci sua família nos grupos do Amor Exigente, e a adotei como minha família aqui em Brasília. Sua irmã é minha amiga. Sua mãe é um doce, que meu filho do meio carinhosamente chama de vovó. Amamos essa família! Meu esposo tem um carinho super especial por esse rapaz.

Após muitos meses limpo, esse jovem recaiu. E ontem recebi a notícia de que ele foi baleado, ao que parece, foram quatro tiros. Ele está no hospital.

Fiquei tão chocada com a notícia! Caramba, uma família tão querida não merece passar por isso!

Quando meu esposo chegou do trabalho o abracei e chorei... Sinto a dor daquela família... E sinto medo... Medo de onde a adicção pode levar o meu esposo e a nossa família...

Hoje pela manhã, me levantei, arrumei a cozinha, tomei o meu banho e me arrumei, antes das crianças e do meu esposo acordarem. Eles acordaram por volta de nove horas, e teria reunião do grupo às dez. Carinhosamente convidei meu esposo para irmos, pois hoje seria reunião aberta.

“Não quero. Você sabe que não gosto desse grupo. Se você quiser ir, pode ir.”

Fiquei tão triste, não vou negar.

Também tentei combinar um almoço aqui em casa com alguns companheiros em recuperação, mas não deu certo.

Segui meu dia. Arrumei a casa. Cuidei das crianças. Daí, ele se sentou no sofá e me chamou:

“Está tudo bem?” Perguntou.

Eu estava tão engasgada com uma dor e um medo, que logo as lágrimas brotaram. Falei serenamente, olhando em seus olhos, e segurando em sua mão:

“Me explica, por favor, por que quando acontecem as recaídas você tem tanta força para ir a grupos, para orar, para ir à igreja, para procurar o CAPS, ou seja lá o que for? Por que não vejo essa força em você, agora? Por que esperar a recaída acontecer? Eu estou com medo. Não quero passar por tudo aquilo novamente.”

Ele me disse que está bem. Que está em uma fase ruim no trabalho. E me falou dos seus pensamentos e sentimentos. Disse que seus sonhos a serem conquistados o impedem de usar, porque aqueles dez minutos de prazer (drogas) têm um preço muito alto a ser pago, e não vale à pena.

Foi uma boa conversa.

Eu o ouvi. Acho arriscado demais a tentativa dele de buscar sua recuperação sozinho, mas respeito.

“Eu apenas quero que dê certo, o caminho é você quem escolhe.” Eu lhe disse.

Passeamos à tarde com as crianças, e pouco a pouco o peso que sentia dentro de mim foi saindo. Voltei ao meu normal. Me diverti com os pequenos. E agora estou novamente em paz.

Hoje cheguei a sentir raiva de tudo o que aprendi. No fundo, eu queria estar bem longe disso tudo. Queria que minha chateação com meu marido fossem coisas banais como a pasta de dente derramada na pia, a toalha molhada sobre a cama, ou o xixi fora do vaso... Sei lá, coisas assim.

Nunca tive esses problemas com meu esposo (ele tem mania de limpeza!), mas ele é um adicto. Ainda que ele se negue isso, não muda a realidade, ele continua sendo um adicto.

Ao ler esse post posso identificar todos os erros que uma codependente pode cometer: tentativa de controle, autopiedade, foco no outro, sair do um dia de cada vez, sair do só por hoje, negação...

Mas, é isso. Hoje estou me sentindo assim.

Não posso fazer absolutamente nada pelo meu esposo. Tudo o que posso é criar limites para mim mesma, determinando até onde eu quero e posso chegar nessa história.

Hoje o CEFE fala sobre isso: limites.

Estava olhando umas fotos antigas nossas... Ah, como eu queria voltar a acreditar como antes. Ter aquela certeza de que tudo terminará bem. Aquela força...

Entretanto, só o que permaneceu intacto foi o amor, e com ele hoje encontro também o medo e um pouco de dor...

20 comentários:

  1. Por mais que a gente conheça como lidar com a co dependencia é engraçado como ela vai chegando sutilmente e tentando se aconchegar em nossos corações, e se realmente não percebermos imediatamente, ela toma posse criando uma série de inseguranças, medos e dores.
    Meu marido está internado exatamente há 51 dias. Em casa, calmaria total, apesar dos problemas cotidianos que se tem, a gente consegue viver tranquilamente, sem sobressaltos e aflições.
    Ontem ele veio para casa passar o final de semana com a familia e a pulguinha na orelha já começa a coçar. E aí, como será ? Por mais que não se queira, o medo da dor vem chegando sorrateiramente e a principio se percebe um pouco de sentimento de inadequação de ambas as partes. E agora ? O que dizer ? O que fazer ? É muito tempo segurando a barra sozinha e uma " nova visita " ta chegando pra te tirar de sua rotina. Não é a primeira vez que acontece, pq já foram várias internações,mas cada uma é diferente da outra. A forma como se chega é diferente. A expectativa de ambas as partes é outra. Surge o medo da recaída, o medo dele não querer voltar para o tratamento, causando uma grande ansiedade. Aí voce para, respira e tenta se alinhar... descuidos são nocivos...é preciso cuidar bem de voce, do que voce pensa, do que voce agrega e do que voce quer pra si.
    Graças a Deus, ele voltou e passamos um final de semana legal.Conversamos muito ontem e apesar de algumas resistencias com relação ao novo tratamento, ele parece estar mais convicto de que não quer usar mais drogas. Mas, com toda certeza, eu não quero e não posso criar expectativas em cima do tratamento dele. Hoje eu quero cuidar de mim.

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  2. Ola Poly estou acompnhando seu blog tem uns dois dias que achei, e passo pela mesma situacao, quase um ano, e nao passei nehum um terco do que vc ja passou, e tenho muito medo mas nunca perco a esperanca. E nao entendo porque nao consigo me desprender dele, e muito ruim isso. Hj faz um mes que esta internado. Me espelhei em vc para desabafar e criei um blo me deu uma aliviada na dor que sinto no peito. Bjs me ajuda.

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  3. Vai passar! Tu sabes que vai passar! É SPH! Te desejo muita força e,acima de tudo,muita fé no PS! O Amor é bálsamo que tudo cura. Só não te esqueças de que,acima de tudo,é o AMOR POR MIM!
    Te desejo serenas 24h e muita força!

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  4. Somos seres humanos Poly...admiro sua coragem e o medo é natural! Sabe, eu não aguentei esse medo, e me separei, ele estava limpo a três meses, mas continuou com o mesmo comportamento do uso, e depois de 5 meses separados ele vai ser pai (a mãe) um dos motivos da nossa separação!
    A algum tempo atrás ele me procurou dizendo que sou a mulher da vida dele, e com muitas histórias lindas sobre nos! Esta em minhas mãos, acreditar que ele mudou? Sei que sua adicção jamais mudara, mas será que a compulsividade por mulheres mudou? Ou vou continuar sendo aquela pessoa triste pelos cantos? A decisão esta nas mãos de cada um de nos, como comparo ele a minha droga de preferência, SPH estou limpa a 5 meses...será que devo recair? Sei que a possibilidade de viver tudo outra vez é de 99%, esta nas minhas mãos...sofrer com ele...ou sofrer sem ele isso um dia talvez passe...Esta nas mãos de Deus...entrego a ele e sigo seus passos assim essa caminhada fica mais digna!

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  5. Queridas, graças a Deus, estou melhor. Mas, não tem outro jeito mesmo, se tirarmos o foco de nós mesmas para focar no outro, e na recuperação do outro, é aflição na certa. Bjão e obrigada!

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  6. Pois é, meu esposo também está internado, hoje fazem 8 dias, e o medo e insegurança são inevitáveis, assim como tbm a esperança.Trajetória difícil, a pergunta que me faço é até qdo suportaremos.

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  7. Minha Linda confia em Deus...quando decidimos entregar nossas vidas ao PS é isso...entrega total...e não ter certeza de muita coisa, apenas ter a certeza de que aconteça o que acontecer...teremos forças pra aceitar..e seremos felizes...já me senti assim...de saco cheio de conhecer tudo e querer voltar a sentir o que sentia antes...mais entendi que aquilo que eu sentia era uma covardia minha, um medo e falta de fé...hoje o que eu tenho feito...além de tentar...ajuda-lo..com carinho, com marreta...rs...eu tento me ajudar, me fortalecer...fortalecer a minha fé..pra que seja como for...eu fique de Pé...estamos juntas...somos anjos de uma asa só que somente de mãos dadas podemos voar...liberte seu amor, liberte seu marido...e confie que aconteça o que for...vocÊ será feliz :) TMJ

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  8. POly, acho que já falei sobre isso com vc...
    Sabe, quando eu ouvia alguns companheiros falarem que agradeciam por terem tido seus caminhos cruzados por um adicto, eu achava isso terrivel, mas hoje percebo que se isso não tivesse acontecido comigo, eu não teria vcs, não teria aprendido sobre um monte de coisas.... Olha, vc pode ter aprendido sobre "recaidas, justificação, manipulação", mas aprendeu também que não está mais sozinha, que pode viver um dia de cada vez sem que o medo do futuro de faça esquecer do hoje, aprendeu ainda sobre o amor incondicional e o amor saudavel, aprendeu que só pode mudar a si mesma, e que pode escolher ficar ou não ao lado de alguem que não quer se modificar, aprendeu que a vida é muito mais "arco-iris" do que dia "nublado"...
    Aprendeu que a recuperação é conta gotas, e que é no deserto que a gente dá valor as gotinhas de recuperação que a gente juntou....
    Aprendeu que o sol nasce todo dia... mas que para poder vê-lo vc precisa sair do poço...
    Te amo Polly...

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    1. Convivendo com um adicto vc aprendeu um monte de coisas que foram boas para o seu amadurecimento. Mas se vc não convivesse também aprenderia porque ao longo da vida a gente vai passando por situações boas, ruins e vai aprendendo e amadurecendo. Isso não acontece só com quem convive com um adicto. Acho que esse tipo de pensamento é um forma de autoengano, a pessoa está tão desesperada, vivendo uma situação tão ruim que essa idéia ajuda ela a sobreviver, a ter esperança.

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  9. Poly,

    minha linda...
    Às vezes me sinto assim também, e faço ao meu amor (e a mim mesma) as mesmas perguntas que você fez ao seu esposo.
    Inclusive acabei de comentar o post da Kel que eles deviam sair de mão dadas caminhando por ai (rsrs). São todos iguais...

    Notícias assim sempre me abalam demais também, e às vezes, quando ele deixa de ir ao grupo, pergunto a mim mesma "o que vai precisar acontecer para ele cair na real?".

    Sentimentos iguais, amiga.
    E, infelizmente, nada mesmo podemos fazer.
    Estou aqui se precisar, ok?
    Bjs

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  10. Pollyana... como identifico com tudo q escreveu, como é ruim sair para um passeio normal sem saber se vai voltar acompanhada ou sozinha, por essas e outras e me tranco em casa sem saber o que vai acontecer. Tenho muito medo de uma nova recaída... sofro por antecedência. Forca pra gente!

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  11. Polly desculpa invadir o espaço...mais se puder publicar talvez ajude a algumas pessoas bjuuuu tmj http://dependenciaecodependencia.blogspot.com.br/2013/07/alice-no-pais-das-maravilhas.html#comment-form

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  12. Olá.. Me identifico com tudo isso que vc escreveu. Meu marido é dependente químico há 17 anos e há 03 meses resolvi me separar dele , pois não aguentava mais tanto sofrimento para mim e meus 02 filhos .Estou aprendendo a viver cada de dia de uma vez e entendendo que não posso "cuidar" da vida dele, só da minha propria vida .
    Bjss e muita força!!!

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  13. Olá... Encontrei esse blog há pouco e tou totalmente perdida. Não sei mais o que fazer... Não tenho essa força q vc tem. Meu marido é dependente químico mas não aceita o fato e diz q eu é que exagero, que só usa ocasionalmente, mas essa não é a verdade. Hoje, pela segunda vez, um traficante bateu na minha porta cobrando dívida de droga. Tenho um bebê de 6 meses e sinto que preciso protegê-lo e me livrar desse estorvo que nos coloca em risco, que atrapalha a nossa vida. Eu o amo, mas eu também o odeio... Odeio por ele ser tão fraco, por ele não cumprir com a palavra, por ele não valorizar meus esforços e não se importar com nosso filho. Eu não sou forte como vc, Poly... E mesmo sofrendo como eu estou agora, eu sei que o caminho certo é a separação... Mas eu sinto pelo meu filho q é mto apegado ao pai, e ele é um pai maravilhoso, mas se fosse tão maravilhoso não faria o q faz, não é mesmo? É um contrasenso... Mas acho q tenho q acabar com tudo, antes de expor meu filho ainda mais.

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    1. Olha, não pense que você é fraca, na verdade você está sendo forte, corajosa e sensata por pensar na sua proteção e na do seu filho. Cabe a ele buscar a própria recuperação, isso nao depende de vc. Agora, o seu filho depende, então não se coloque em situação de risco, não submeta o seu filho a isso, pois do contrário vc estará sendo negligente.

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    2. Confie em Deus, Ore pelo seu lar... procure uma igreja e faça um propósito com Deus, conte tua história, Conte que vc o ama, e ama seu filho e quer manter sua família. Infelismente as famílias estão sendo cada vez mais destruídas, não a conheço, mas Deus não quer que nenhuma família se separe, então persevere em oração, que Deus tem o poder de mudar essa história! esse desejo compulsivo de usar drogas só Deus pode tirar deles, então a única solução é Jesus...

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  14. Polly... vc e um exemplo de mulher, sempre se superando, focando em seus filhos, vc e no amor por seu marido.
    Entrei a pouco tempo no mundo da adiccao, seu blog, o da kel e de tanta gente me ajuda tanto... vcs nem imaginam! E vejo que eu que entro agora e quando recebo uma notticia dessas fico muito abalada, triste, com medo e sem fe... e vejo q vc com grupos, palestras e tanntas batalhas sente o mesmo! E isso e um sentimento rim, sim! Mas por outro lado e maravilhoso porque somos humanas e estamos vivas e mais q tudo nos da uma prova que mesmo c sas dores e desabores podemos continuar a sermos vivas e nao pensar q a aficcao vai nos deixar amargas e infelizes! Ou seja como qq pessoa temos dias bons e ruins... c dias de medo e inseguranca e outro de fe e positividade e mais q isso somos guiadas pelo amor... a nos, nosso amado e nossa familia! TMJ. Meu noivo e eu estamos indo morar juntos essa semana, amo muito ele e sei que ele me ama. esta limpo ha uma semana, quer se manter assim eu apoii e so posso ofetrcer meu amor a busca e com ele por se manter limpo e ele sabe q penso assim, mas o medo existe mas decidi q quero buscar c ele e sera dificil mas o amo e estarei ao seu lado... optei por set felizz c ele e o restante coloci nas maos de Deus! Bjss fique bem.

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  15. Devemos Confiar em Deus... Enquanto depositamos nossa confiança e descansamos em Deus Ele age por Nós...
    Faça sempre a sua parte, Ame-o, Cuide, pois Deus fará a obra...
    Meu ex namorado também é DQ, foram momentos itensos... Nunca conhecí alguém tão maravilhoso como ele... Augusto, ele é de Brasília e veio internar-se aqui em Alagoas, recuperou-se e permanece morando aqui... depois de uns meses Rompemos o namoro, e ele recaiu, demorou a confessar, mas a uma semana atrás ele me contou tudo. Ele quer reatar nosso relacionamento, mas estou orando incansavelmente por ele. O amo muito, mas não posso voltar agora...
    Palavras, conselhos, apoio ele tem, então a recuperação depende apenas do auto-controle dele com o Auxílio do ser supremo... Eu estava aflita, foram muitos dias de Angústia, mas entendí que as recaídas fazem parte do tratamento de um DQ. Vai chegar um dia que eles mesmo irão cansar... Vamos orar, esperar e realizar em nome de Jesus!!! Beijos, sua página é super produtiva, adorei querida!!! Que Deus te abençoe!!!

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  16. Namoro ha uns anos com um dep. Quimico, ao todo 4... Leio o que vcs postam, entendo tudo, e ao mesmo tempo penso..é assim que quero viver? Amo demais,meu namorado e ja tentei terminar varias cezes, ele émuito bom p mim,vai a reunioes quase todos os dias, igrejas, trabalha.. Sbe oa 12 passos de todos os lados.. E recai, mesmo assim, oelo menls a cada 3 meses.. E eu? Eu tento viver normal, continuo fazendo minhas coisas, fico decepcionada... Minha familia inteira nao me apoia, nao acrwdita nele, me joga um monte de coisas negativas... E passo por cima disso tudo, pra mais uma vez acontecer de novo.. Avaliando a Polly, sera q se voltasse atras, vc teria se casadp com ele? Por mais que eu o ame. E deseje o seu bem.. Sera q eu preciso de me casar com ele? Nao é melhor ter outros tipos de problemas, como a roalha em cima da cama, ou chegar tarde em casa pq bebei com os amigos, do que nem saber se ele vai voltar? Pode ser preso,pode morrer... Nao é uma visao persimista,mas realista.Não podemos apenas sonhar,mas ter o pé no chão.. O mais engraçado, é q sei disso tudo e continuo com ele.. Por amor.. Sera q vou ter que esperar algo de muito ruim acontecerp eu sair fora? Ou esperar o milagre? Tenho pena da minha mae, sofre muito.. E temos muitas brigas feias, pq ela quer q eu termine...mas hj ainda nao consigo.. Fiquei um ano longe dele, mas nunca dui feliz sem ele.. Complicado... Mas foi bom descobrir esse blog. Nao me sinto tao só mais..

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  17. Oi meu nome e Patricia meu marido foi internado hj estou me sentido aliviada pq sei que ele vai estar bem.. Vivo lá na clinica nova caraguatá mais estou me sentindo péssima como se metade de mim fosse embora dói de mais To perdida sabe nao sei o que fazer pq apesar de tudo amo muito ele e nao fui eu q enternei foram os pais dele a mae me odeia nao me passa informações nao sei o que fazer me ajudem por favor?

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