terça-feira, 31 de março de 2015

Ah, essas páginas brancas... ♥



“Hoje ele me ligou duas vezes com voz apaixonada. Parecia feliz. Ele está em seu trabalho e eu no meu.

É engraçado como às vezes me pego pensando nele, como se ainda fôssemos um casal de namorados.

Já vivemos tanta coisa juntos.

Foi ele quem me ensinou a dirigir (eu tinha carteira de habilitação, mas não sabia conduzir). Era muito engraçado. Ele nervoso, eu aos gritos fazendo barbeiragens, depois os risos.

Fizemos um boneco de neve juntos. Escrevemos na areia da praia nossos nomes. Aventuramos como imigrantes num país estranho. Passeamos pelas ruas de New York.

Passamos horas olhando as estrelas e falando sobre extraterrestres. Já vimos mais de 300 filmes no DVD. Fomos apenas duas vezes ao cinema, preferimos o aconchego da nossa casa.

Eu o ensinei a tocar violão. Cantamos juntos numa igreja. Horas e horas ao telefone. Batemos o recorde de 30 horas conectados pela webcam, sem parar. Dedicamos músicas um ao outro. Fizemos planos. Sonhamos.

Ele me pegou no colo em meio às folhas caídas, no belo cenário do outono. Cozinhamos juntos.

Pescamos (ele caiu no rio e vimos uma cobra). Fomos ao zoológico. Faxina em casa dividida aos dois. Brincamos. Brigamos por ciuminho.

Sentimos saudades. Escrevemos cartas. Ele me deu flores algumas vezes.

Ele aprendeu a comer pequi. Eu aprendi a tomar chimarrão. Já torci muito ao redor do campo enquanto o meu goleirão jogava. Milhares de fotos e alguns vídeos. Torcemos pelo Brasil. Passamos 5 natais e réveillons.

Ele ama quando faço panquecas. Eu amo o seu churrasco.

Eu o vi patinar em um lago congelado, fiquei com medo de ir com ele, apenas gargalhava das suas quedas, e contemplava a paisagem mais linda que já vi, tudo branquinho de neve, 10 graus abaixo de zero. Inesquecível.

Ficamos perdidos num morro de São Paulo. Viajamos 2.000 km de carro. Ele deu uma casa completa da Barbie para minha filha. Ficamos “grávidos”. Passamos juntos a emoção da chegada do nosso filho, numa véspera de Natal.

Dançamos vaneirão. Fizemos amigos. Entramos na família um do outro. Jogamos sinuca sem saber. Oramos juntos.

Surpresas. E-mails. Bilhetinhos. Chocolates. Roda gigante em Ocean City.

Virginia. Maryland. New Jersey. Washington. Distrito Federal. Goiás. Minas Gerais. Paraná. Santa Catarina.

Nos casamos. Numa igreja cheia de familiares e amigos? Que nada. Só nós dois, no lindo estado de Virginia, numa Court, com um Juiz que nos perguntou se queríamos nos casar em Inglês ou em Português. Respondemos que queríamos em Português. No entanto, o Português dele era uma mistura de Espanhol, com Inglês e Italiano, tudo, menos Português. Não entendíamos quase nada, a gente se olhava com vontade de rir. Mas entendemos que estávamos ali jurando amor e companheirismo eterno. Eu lhe disse sim. Ele também me disse sim. Foi sério. E ainda hoje dizemos sim um ao outro, a cada dia.

Dormimos de conchinha. Falamos de baleias. Criamos um gatinho. Acordamos de mal humor. Fizemos bagunça com as crianças. Batemos o carro. Tomamos sorvete. Dez horas de viagem de avião, segurando um na mão do outro com medo.

Rimos muito. Choramos também. Comemoramos conquistas. Nos abraçamos muitas vezes. Nos amamos.

Essa é a história da nossa vida sem as páginas negras manchadas pelas drogas.” (livro Amando um Dependente Químico)





Se me perguntarem qual é a página do livro Amando um Dependente Químico que mais gosto, afirmarei que é essa. Sei lá, ela mexe comigo todas as vezes que leio, porque parece um pequeno filme de nossas vidas.

Esse texto foi escrito em 2011. Hoje, quatro anos depois, várias “páginas brancas” foram acrescentadas à nossa história. Sim, ainda houveram páginas manchadas, mas quando leio a história completa, me dá uma sensação de “valeu a pena”!

Quem ainda não leu o livro Amando um Dependente Químico, CLIQUE AQUI, e adquira o seu.

Quem não tem condições de comprá-lo, pode me pedir uma versão em e-book, enviando um e-mail para polyp.escritos@gmail.com com o assunto "pedido de e-book".

Mais de 600 pessoas já leram o livro! Fico muito feliz em saber que minha história não é mais somente minha, e que tudo o que vivi, de alguma forma, hoje pode ajudar a outras pessoas que passam e sentem o mesmo que eu... Coisa linda isso, né?!!

Desejo muitas páginas brancas na vida de todos nós!


Fiquem com Deus! 

Beijos!

domingo, 29 de março de 2015

Onde fazer o tratamento com ibogaína?


Bom dia, amigas(os)!

E então, como está o fim de semana de vocês?

Espero que repleto de paz...

Queridas(os), sempre gostei de responder a todos os e-mails e comentários recebidos. Quem acompanha o blog desde o início sabe disso.

Entretanto, há um bom tempo não consigo mais. Leio a todos, e tenho um respeito enorme pela história de cada uma(um), mas infelizmente, não consigo responder a todos. Então utilizo as histórias e perguntas recebidas como inspiração para as postagens.

Atualmente, são inúmeros e-mails solicitando informações sobre a ibogaína, então decidi colocar todas as informações que possuo, nessa postagem.

Mas, quero deixar claro que não sou profissional da saúde, então NÃO estou recomendando esse tratamento a ninguém.

Também quero deixar claro que esse tratamento ainda não é regulamentado pela ANVISA. Ok?

Estou aqui apenas relatando como foi a experiência do meu familiar nesse tratamento.

Em segundo lugar, gostaria que lessem essas postagens que falam sobre os sintomas de quem realizou o tratamento, e traz muitas informações sobre o assunto.

Postagem A espera de um milagre, de 01/12/2014.

Postagem Esperança... É Natal!, de 24/12/2014.

Postagem Vida Nova!!!, de 31/12/2014.

Postagem O Segundo Dia!, de 03/01/2015.

Postagem O Terceiro Dia!, de 06/01/2015.

Postagem O Quarto Dia!, de 07/01/2015.

Postagem O Quinto (e último) Dia!, de 08/01/2015.

Postagem Escolho mudar apenas o que posso!, de 20/01/2015.

Leu tudo? Está mesmo interessado em realizar esse tratamento? Então vamos lá.

Meu esposo realizou o tratamento no Instituto Brasileiro de Terapia Alternativa – IBTA, localizado em Paulínia, São Paulo, telefone (19)3244-7607, e-mail contato@tratamentoibta.com.br, site http://www.ibtasaude.com.br/site/.

O valor à vista era de R$7.200,00, ou R$8.200,00 divididos em 12 parcelas no cartão.

Não sei se houve alteração no valor, pois como sabemos o dólar sobe a cada dia, e o medicamento é importado.

Ficamos hospedados em uma pousadinha simples, mas bem aconchegante, ao lado da clínica, e que fornece a alimentação apropriada para quem está em tratamento. Na época, pagamos R$800,00 pelos cinco dias, com café da manhã, almoço e jantar inclusos.

Só o IBTA faz esse tratamento? Não.

Conversei várias vezes com a Clínica da Dra. Cleuza Canan, em Curitiba, e só não fizemos lá, porque era bem mais distante, e teríamos que ter mais tempo disponível para uma preparação pré e pós tratamento.

Sei que o Dr. Bruno Rasmussen Chaves, um dos idealizadores desse tratamento no Brasil, também o realiza em São Paulo.

Também sei que a UNIFESP está realizando esse tratamento gratuitamente, a título de pesquisas, mas me parece que é um grande tempo de espera, e não consegui confirmação dessa informação, mas vale a pena conferir.

Queridas(os), é isso.

Se me perguntarem se a ibogaína é milagrosa, eu digo que, nos primeiros 30 dias sim, mas depois é necessário muito esforço do adicto. Muitos precisam fazer novas aplicações (reforço) para o sucesso do tratamento. O IBTA dá esse reforço gratuitamente, cobrando somente os impostos da importação.

Queridas(os), desejo uma boa sorte a todos! E caso optem por outras clínicas, chequem antes, pois tem muita gente vendendo gato por lebre, e se aproveitando do nosso desespero.

Grande beijo!
Bom domingo!
Fiquem com Deus!

sábado, 28 de março de 2015

Qual é o seu tipo de espera?



Bom dia, queridas(os)!

Tudo bem?

Hoje me deu uma vontade de falar com vocês sobre o “esperar”...

Nós, familiares de dependentes químicos, por vezes, vivemos em uma interminável espera.

Esperamos que eles voltem para casa, esperamos que eles fiquem limpos, esperamos que eles nunca mais recaiam, esperamos que eles mudem de comportamento... Esperamos, esperamos e esperamos...

E isso é preocupante. Digo preocupante porque, na maioria dos casos, essa “espera” significa um “pause” em nossas vidas e em tudo o mais que tem acontecido ao nosso redor. Parecemos não conseguir enxergar mais nada que a vida tem a nos proporcionar.

Apenas esperamos.

E sei bem o quanto esse tipo de espera dói. E, a cada dia, quando o que esperamos não vem, nos frustramos, nos entristecemos, nos revoltamos, nos machucamos... sofremos... adoecemos!




Vi uma frase há uns dias atrás, de autoria desconhecida, que diz: “Não espere esperando. Espere vivendo...”

Queridas(os), isso faz toda a diferença.

Eu sei que não é fácil, mas é tão simples. Mas, implica em acontecer uma mudança de visão sobre a vida, sobre nós mesmos, sobre a adicção do outro e sobre a importância que damos à nossa própria vida.

Sim, amamos o nosso familiar, e é claro que essas “esperas” provavelmente continuarão a acontecer sempre, afinal, queremos o melhor para ele.

Entretanto, já sabemos que ele só vai superar sua adicção quando ele, de fato quiser, e tomar condutas para isso.

Assim como nós só conseguiremos uma qualidade de vida melhor, apesar da convivência com essa doença tão dolorosa, quando de fato quisermos, e também tomarmos condutas para isso.

Sejamos práticos! Sozinhos é muito difícil carregar esse fardo sem adoecermos. Procure ajuda PRA VOCÊ! Dê você o primeiro passo...

Alguns dizem que eu sou uma mulher forte. Que nada! Sozinha eu jamais conseguiria me levantar. Precisei de dois anos indo semanalmente a um grupo de apoio, e de terapia individual, e de muita oração, e de muita leitura...

Hoje, continuo buscando muita leitura sobre o assunto, continuo alimentando a minha fé em Deus, e tenho encontrado muita ajuda em atividades físicas também.

E, em razão do meu trabalho, estou sempre em contato com outras pessoas que passam pelo mesmo que eu, e que sem saber, renovam a minha força todos os dias.

Comece HOJE a cuidar de você. Você não precisa parar tudo para esperar pelo outro.




E uma outra frase que me encanta, do Paulo Freire é “é preciso ter esperança, mas ter esperança do verbo esperançar; porque tem gente que tem esperança do verbo esperar.”

Esperança sempre!

Só por hoje, meu amorzão está limpo há 130 dias (aproximadamente, pois não conto mais!). Acabamos de chegar de uma deliciosa viagem em família. E sei que é mais fácil falar de esperança quando estamos em tempo de paz.

Mas, também já passei pelos dias de tempestade (e não foram poucos!), e quanto ao amanhã, só Deus sabe como será.

Entretanto, o que quero dizer é que mesmo nesses dias de tempestade, não basta “esperar”. Temos sim que acreditar, ter fé, ter esperança, mas mais que isso, precisamos fazer a nossa parte.

Precisamos agir em nosso favor...

Hoje é sábado, e eu quero lançar um desafio a você.

Hoje você fará pelo menos UMA coisa que lhe faça bem: uma caminhada no parque, uma ida à igreja, uma ida a um grupo de apoio, um encontro com amigos, um filme no cinema, a leitura de um livro, preparar um prato especial... Não sei, algo que te faça feliz, independente do outro. E quem quiser vir aqui para relatar como foi a experiência, nos comentários, vai ser bem bacana!

Você topa?

Queridas(os) a vida está passando, estejamos nós esperando do verbo esperar, esperando parados, ou esperando vivendo...

Então vamos viver que é bem melhor, não é mesmo?

Grande beijo!
Muita força!

Fiquem com Deus!

sexta-feira, 13 de março de 2015

Em paz... ♥



Bom diaaaa!!!

Tudo bem com vocês?

Obrigada por todas as mensagens preocupadas e de saudades que recebi nesse período! Vocês são umas fofas!!

Queridas(os), está tudo bem com a gente!

O que ocorre é que, em janeiro, mudou o Governo do Distrito Federal, e como conseqüência houve uma reação em cadeia: mudança dos Secretários, Subsecretários, Coordenadores, equipes, etc.

No meu caso específico, das 08 pessoas da minha equipe, permanecemos apenas 03. Então foi um momento de transição, de expectativa, de ansiedade, e de muito trabalho para que as famílias não fossem esquecidas nessa gestão.

Em um primeiro momento, foi difícil e doloroso, pois perdi pessoas da equipe, que além de amigas, eram tão apaixonadas por essa causa quanto eu...

Mas, bola pra frente! Não podemos deixar a peteca cair, não é mesmo?!

Deus é tão bom, que colocou nos altos cargos pessoas sensíveis a essa causa, mais uma vez. E hoje, não existe apenas um projeto para cuidar das famílias, mas também foi incorporada à estrutura da Subsecretaria de Prevenção ao Uso de Drogas uma Coordenação de Apoio às Famílias para levar esse (e outros) projetos adiante.

Fiquei tão tão feliz!!! Ou seja, mesmo que eu não fique lá, sempre terá alguém cuidando das famílias...

Por enquanto, continuo lá! Atendimentos às famílias diariamente, e muitas idéias para serem implantadas no decorrer do ano... Inclusive nosso primeiro curso já está agendado para abril!!

Mas, chega de falar de trabalho, né?

Em casa, vivemos alguns dias meio difíceis, mas nada relacionado a drogas.

Meu filho de 06 anos foi diagnosticado com ambliopia no olhinho direito, o mesmo problema que tenho, e que me fez praticamente perder a visão direita. Ele já está com 10,5 graus de miopia nesse olhinho. Fiquei apavorada. Chorei. E depois percebi que tinha que ser forte para ajudá-lo no tratamento.

Nessa primeira fase, ele tem usado óculos e tampão (no olho bom), na tentativa de estimular o olho preguiçoso. Daqui a dois meses voltaremos ao médico para ver se houve resultado.

Aliás, como sei que têm muitas mães que visitam o Blog, fica a dica: todas as crianças precisam ir a um oftalmologista até, no máximo, 04 anos de idade, mesmo que não pareça ter problemas na visão, pois a ambliopia, quando ocorre em apenas um olho, é difícil de ser percebida pelos pais, e quanto menor a criança, mais chances de cura.

Agora outra dica! Sempre, desde o início do Blog, eu bato na mesma tecla: “queridas, vamos cuidar de nós!!” Não é?... Pois é!

Nesta semana comemoramos o dia internacional da mulher (parabéns a todas!!!), daí quero aproveitar para fazer um alerta, meninas!

Nos últimos anos, minha vida tem sido uma correria só! Muitas(os) de vocês têm acompanhado...

Três filhos, marido, casa, trabalho, blog, palestras, e por aí vai... E como uma boa codependente, me dedicava tanto a tudo que acabei me deixando um pouco (muito!!!) de lado... 

Mas, não sou a Mulher Maravilha, né?!

Quilinhos a mais, insônia, dores na coluna, dores no estômago, agitação, maus hábitos alimentares...

E, apesar de correr o dia todo (atrás do que mesmo?!!), eu não me exercitava, e até pensava que academia era coisa de quem não tinha o que fazer...

Bom, cumprindo uma das minhas promessas de ano novo, em janeiro iniciei um check up médico, e lá estavam: uma esteatose hepática, uma gastrite, uma esofagite, pedrinhas na vesícula, alguns desgastes na coluna e uma inflamação no ombro esquerdo... Tudo isso causado por estresse, sedentarismo e má alimentação.

Precisei dar início à mudança de alguns hábitos...

No meio da rotina apertada, dei um jeito de separar uma hora do dia PARA MIM... E lá está a D. Poly diariamente, na academia, em aulas de zumba e musculação... Quem diria!! Risos.

E passei a observar melhor o tipo de alimento que consumo... A gastar mais tempo na elaboração da minha comida, fazendo com carinho, pra mim e por mim... 

Quanto ao estresse e a ansiedade, acho que é um processo mais prolongado de mudança... Sou ligada no 220 volts, mas estou me esforçando para desacelerar.

Mas o que quero dizer, queridas, é: CUIDEM DE VOCÊS!!!

Graças a Deus, tenho como reverter tudo isso, mudando os meus hábitos. E graças a Deus, ainda tenho tempo para melhorar minha qualidade de vida...

Passamos tanto tempo cuidando do nosso familiar que, mais cedo ou mais tarde, acabamos colhendo as conseqüências desse descaso que temos com a nossa própria pessoa e saúde.

Então, vamos nos cuidar, hein?!!

Ok, eu sei que tem um monte de leitoras pensando: “Tá bom Poly, legal, mas fala logo sobre o seu familiar adicto”... Né?!! Risos.

Ele está sendo realmente fundamental em todas essas “provas” que passei desde o início do ano. Esteve presente, me ajudou, não saiu do meu lado, foi companheiro, me deu o ombro, me deu a mão...

É, ele não tem deixado a desejar no desempenho de suas responsabilidades de pai e esposo.

No dia 04/02, finalmente saiu a transcrição do nosso casamento americano, mais uma vez dissemos "sim" um ao outro, e agora somos casados perante o mundo todo!!!




Dificuldades? Sim, temos muitas. Mas, acho que temos conseguido superá-las bem.

E essa parceria, cumplicidade e paz tem me feito muito bem!!

Ele está limpo há 116 dias, ou seja, há quase quatro meses.

Resultado da ibogaína? Difícil responder... Talvez em parte.

O efeito dela nos primeiros trinta dias é fantástico, mas depois, acho que depende sim de muito esforço pessoal.

Mas, enfim, sendo pela ibogaína ou não, agradeço a Deus por esse tempo de harmonia na minha casa!

E pra completar, semana que vem viajaremos para a casa dos meus sogros, em Santa Catarina, para curtir a família, aquelas praias paradisíacas e comemorarmos juntos da família o 3º aninho do nosso caçula.

A vida é assim, né?

Momentos de dor... Momentos de felicidade...

O importante é saber que em todos eles, Deus está conosco, cuidando de nós... E Ele sabe de tudo, e a hora de tudo acontecer!!

Nunca perca a sua fé!

E, pra finalizar, quero mais uma vez deixar uma frase que muito me ajuda: 

“Não é fácil encontrar a felicidade em nós mesmos, mas é impossível encontrá-la em outro lugar.” (Agnes Repplier)

Beijos, queridas(os)!! Vamos viver, e a gente se vê por aí...

Fiquem com Deus!!
Poly